O Flamengo de outros tempos não existe mais

ROBERTO ASSAF: No domingo, 19 de agosto, quando tomou de 3 a 0 do Atlético Paranaense, com três nos 20 primeiros minutos, o Flamengo começou a encerrar a temporada de 2018. Daí em diante, era só esperar pela xepa, ou seja, o fim de feira. Que começou com a sexta derrota do Rubro-Negro no Brasileiro, 2 a 1 para o Inter, em Porto Alegre, um resultado absolutamente previsível na véspera, pela decadência pós Copa, reforçado pouco antes da partida, quando Maurício Barbiéri lançou a pérola Rômulo, uma escalação sem qualquer fundamento, que só fez confundir ainda mais o que já estava desarrumado.

Vamos repetir: o que se pode fazer de útil, desde já, é antecipar as eleições do clube para o triênio 2019-2021, e começar o planejamento do futebol para 2019, levando-se em conta que não há risco de rebaixamento no Brasileiro. É contratar um treinador de peso e aproveitar o cumprimento da tabela até dezembro de forma útil.

Eduardo Bandeira, Presidente do Flamengo, e Marina Silva - Foto: Reprodução
O Inter começou a mil por hora e abriu o placar logo aos cinco minutos, numa virada de William Pottker, aproveitando uma trapalhada da zaga. E o jogo estava tão fácil que o time gaúcho foi diminuindo o ritmo, e de tal forma que o carioca, apesar das suas limitações, quase empatou. Nos 15 minutos derradeiros da primeira etapa, no entanto, o Inter voltou a ter o controle absoluto. Na prática, não seria exagero dizer que teve certa preguiça, caso contrário poderia liquidar a fatura antes do intervalo.

As equipes retornaram sem mudança. A da casa forçando novo gol, e o Flamengo com aquele futebolzinho que leva o sujeito que trabalhou um pouco mais durante o dia a se entregar aos braços de Morfeu. Na realidade, até nisso o time de Barbiéri é mau. Cismou de igualar num chute longo de Vitinho, despertando com o grito do narrador quem já estava dormindo, para tomar nova bola na rede, logo em seguida, na cabeçada de Rodrigo Dourado. Isto só não bastava. Pois não é que em dado momento lá estavam, juntos e misturados, Rhodolfo, Rômulo, William Arão e Marlos Moreno? Como é que um time desses pode ganhar um título? Não será tomada qualquer providência? O técnico continuará no cargo com suas planilhas e discurso ensaiado? Tudo indica que sim.

O Flamengo de outros tempos não existe mais. A propósito: não deixe de votar em Eduardo Bandeira de Melo para deputado federal. Só assim ele esquecerá o clube.

A propósito: não deixe de votar em Eduardo Bandeira de Melo para deputado federal. Só assim ele esquecerá o clube.

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