Os cinco erros que levaram o Flamengo ao fracasso em 2018

GOAL: Por Bruno Guedes

O Flamengo, em mais uma temporada, joga toda a expectativa e investimento no lixo. Mas acontece que o insucesso veio de uma sequência de erros que começaram em janeiro e continuam. Confira as principais falhas do Rubro-Negro em 2018.

Falta de planejamento

O Flamengo começou a temporada sem treinador e improvisou com um profissional que iria atuar em outra função. Sem uma prévia preparação para os meses seguintes foram feitos por ele que 90 dias depois fora demitido.

Foto: Divulgação
Veio Barbieri. Outro treinador, com jogadores que ele não escolheu ou contratou. Após consertar o péssimo trabalho do técnico anterior, "bateu no teto" quando caiu em outro problema: falta de prioridades esportivas da diretoria.

Classificado em três competições, ao invés de focar em alguma, preferiu jogar com força máxima em todas. E vieram os outros problemas.

Desgaste físico e mental

Fazendo frente em todos os torneios, jogando quarta/domingo/quarta e sob pressão para vitórias, os atletas sentiram a maratona. Por mais que achem que isso não é justificativa, é.

Estudos comprovam que a recuperação física de um atleta com apenas três dias de descanso é de 80%. Se ele vem de um acúmulo, como foi o mês de agosto do Flamengo, cai para 65% e o desempenho diminui.

Desequilíbrio tático

A equipe, após essa maratona, começou a apresentar problemas antes não vistos. E o maior deles é o desequilíbrio tático. Um time muito ofensivo e que se propõe a ter a posse da bola, mas não consegue fazer a parte defensiva com eficiência.

Isso passa não só pelos muitos espaços deixados pelos atletas, como se comprova com uma nítida melhora quando jogadores mais defensivos entram. Caso do William Arão, que retornou ao time e ele cresceu, porque entrou preenchendo melhor o setor do meio-campo.

Time superestimado

Assim como em outras temporadas, mais uma vez se investiu pesado em jogadores errados e deixou de fora o que mais precisava. Neste caso, laterais. Alguns atletas ainda são remanescentes da gestão Rodrigo Caetano, que errou além da conta.

Na hora que precisou deles, não estavam à altura do desafio.

Falta de comando

Esse não é um problema só de 2018. Flamengo apostou em gestores e deixou de lado, na maioria das vezes, o "fator campo".

Um grande exemplo inverso é o São Paulo. Com uma diretoria muito questionável, entregou a gestão de futebol aos ex-jogadores Raí, Ricardo Rocha e Lugano. Três profissionais que compreendem e conseguem ler até quando um jogador respira diferente.

Esse respaldo - e a cobrança quando necessária - deixaram Aguirre à vontade para trabalhar e se preocupar apenas com o que o time em campo.

Mas assim acabou o ano do Flamengo. Um clube que tropeça nas próprias pernas e parece gostar. Como será em 2019?

Mas assim acabou o ano do Flamengo. Um clube que tropeça nas próprias pernas e parece gostar. Como será em 2019?

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