Rodinei, do Flamengo, já foi alvo de bullying no Corinthians

MEU TIMÃO:  Rodinei será um dos personagens mais interessantes do duelo entre Corinthians e Flamengo na semifinal da Copa do Brasil - primeiro duelo acontece nesta quarta-feira, às 21h45, no Maracanã. O lateral-direito, que é considerado importante peça no elenco rubro-negro e deve ser titular, sofreu espécie de bullying no Corinthians - e assumiu que foi por sua culpa.

Em alta no Flamengo desde 2016, Rodinei é daqueles casos de jogador que poderia ter brilhado no Corinthians, mas no fim das contas a grande maioria da torcida nem lembra que pelo Timão passou. Com a camisa alvinegra, foram apenas três minutos em campo...

Tudo começou em 2012. Com apenas 20 anos de idade e recém-revelado pelo Avaí, o ainda desconhecido lateral foi emprestado pela equipe catarinense ao Corinthians. No CT Joaquim Grava, encontrou estrelas nacionais e internacionais como Emerson Sheik e Paolo Guerrero. Posteriormente, ainda seria colega de time de Alexandre Pato, contratado em 2013.

Foto: Divulgação
Dono de uma personalidade um tanto quanto "caipira", como ele mesmo já descreveu, se deslumbrou com a chance talvez precoce em um elenco multicampeão e recheado de estrelas. Pouco se dedicando aos treinos e conselhos de comissão técnica e demais atletas, caiu na pilha de algumas brincadeiras provocativas dos próprios Sheik, Guerrero e Pato.

Em entrevista concedida no fim de 2015 ao GloboEsporte.com, quando já dava a volta por cima em sua ainda promissora carreira pela Ponte Preta, Rodinei chegou a revelar o apelido que, numa espécie de bullying, recebeu do elenco corinthiano em sua passagem de 2012 e 2013: "bom de bola", num tom irônico. Pelo Timão, ele somente somente entrou em campo no dia 17 de outubro de 2012, numa derrota de 2 a 0 para o Cruzeiro, substituindo Willian Arão aos 42 minutos do segundo tempo. Foi a única chance dada pelo técnico Tite.

"Os caras viraram meus amigos, mas meu apelido era mesmo 'bom de bola'. Eu brincava muito, em vez de levar a sério, e isso atrapalhava. Eu levava tudo na brincadeira. Via o Guerrero, o Sheik e o Pato zoando comigo e ficava empolgado. Sou um cara do interior (é natural de Tatuí, em São Paulo), sempre vi esses caras na televisão, comecei a ganhar um salário maior e dei uma deslumbrada. Pensei: agora estou bem, é hora de fazer minha vida. Eu me enganei. Tinha a oportunidade de estar até hoje jogando no Corinthians, mas levei tudo na brincadeira, dentro e fora de campo. O Tite ficava de olho, e não me colocava para jogar", relatou Rodinei na época, já assumindo sua parcela de responsabilidade.

"O que eu passei no Corinthians serviu de lição. Eu amadureci e agora penso de outro jeito e faço tudo ao contrário na Ponte. Na hora de trabalhar sou sério. Deixo as brincadeiras para as entrevistas, mas em campo disputo a bola sempre com a mesma intensidade. Por isso esse sucesso dentro e fora de campo. Estou no caminho certo e espero conquistar grandes coisas ainda", completou, na entrevista concedida pouco antes de acertar sua transferência ao Flamengo, onde já chegou a ser até mesmo cogitado para a Seleção Brasileira.

Dono de uma personalidade um tanto quanto "caipira", como ele mesmo já descreveu, se deslumbrou com a chance talvez precoce.

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