Vaiado, Paquetá foi responsável por metade das finalizações do Fla

GLOBO ESPORTE: Um dos símbolos da renovação da seleção brasileira pós-Copa, Lucas Paquetá embarca nesta segunda-feira para se apresentar a Tite. Na bagagem, sonhos, esperança, mas também as primeiras críticas. Curiosamente, ao mesmo tempo que recebe a primeira oportunidade com a camisa verde e amarela, o jogador evive seu momento de maior contestação no Flamengo.

Aquela lua de mel entre torcida e o camisa 11 acabou neste domingo, e o momento instável ficou exposto com as inéditas vaias a Paquetá na derrota para o Ceará, no Maracanã. Não que haja um rompimento definitivo, uma vez que o meia ainda é a menino dos olhos dos rubro-negros. Mas parte da torcida deixou claro que espera mais do jogador, que teve uma queda acentuada de rendimento nos últimos jogos.

Lucas Paquetá em Flamengo x Ceará - Foto: Gilvan de Souza
No Flamengo, há quem veja que é preciso um cuidado maior para que Paquetá mantenha o foco, especialmente no momento em que todos os holofotes estão virados para ele. Houve uma certa mudança de comportamento, diagnosticada e tratada internamente, embora dentro de campo não falte entrega.

Por ainda ter 21 anos, há questionamento se o jovem já está maduro o suficiente para encarar toda a pressão que envolve ser um destaque do time.

Sem omissão... falta capricho

É justo apontar o dedo para o jovem? De fato, Paquetá não vem conseguindo ser o jogador decisivo de outrora, especialmente antes da Copa da Rússia. Mesmo assim, é um dos mais participativos e talentosos do time. Contra o Ceará, foram nove finalizações dele. Apenas uma com perigo.


Jogador também encarou maratona

Ainda não há um diagnóstico, mas não seria errado apontar a maratona intensa (por conta do calendário) de jogos como uma das vilãs para a queda nas últimas partidas. Dos 14 jogos que o Flamengo disputou após a Copa, Paquetá participou de quase todos.

Ficou fora apenas da primeira partida das oitavas da Libertadores contra o Cruzeiro, quando estava suspenso. Das 13 partidas, foi substituído apenas uma vez, aos 44 minutos do segundo tempo do jogo contra o Vitória. Ao todo, foram cerca de 1170 minutos em campo em 45 dias. E sem sofrer nenhum tipo de lesão, mesmo com pouco tempo de recuperação entre os jogos.

O sacrifício é notório e reconhecido. O que talvez a torcida cobre é mais capricho e decisões acertadas, em alguns momentos. Por vezes, Paquetá tem perdido bolas bobas e errado passes fáceis. Contra o Ceará, o estopim para as vaias foi uma cobrança de falta nas alturas, no final do jogo.

Logística para a Copa do Brasil

Apesar de tudo, o Flamengo trata Paquetá como imprescindível. Tanto que o clube já está trabalhando para viabilizar um avião para que ele, Cuéllar e Trauco cheguem ao Rio de Janeiro no dia 12 de setembro, a tempo de estarem à disposição de Barbieri para o primeiro jogo da semifinal da Copa do Brasil, contra o Corinthians. O trio estará com suas respectivas seleções até o dia 11.

Ele é um dos mais participativos e talentosos do time. Contra o Ceará, foram nove finalizações dele. Apenas uma com perigo.

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