Wallim diz que Bandeira não entende de finanças: "Só assinava"

COLUNA DO FLAMENGO: Eduardo Bandeira de Mello é apontado por alguns torcedores como o melhor presidente da história do Flamengo. Muito disso, pelo fato da reestruturação financeira em que o clube passou nos últimos cinco anos e meio. Porém, ao ser questionado sobre o assunto no programa Resenha Ao Vivo, da TV Coluna do Flamengo, Wallim Vasconcellos afirmou que Bandeira não é o responsável por isso.

Wallim disse que Bandeira trabalhava como chefe do departamento de meio ambiente no BNDES e que, talvez, o atual presidente nunca tenha visto uma operação financeira na vida. O ex-candidato à presidência apontou os verdadeiros responsáveis para a evolução do Fla no setor financeiro.

Foto: Gilvan de Souza
— Eduardo Bandeira de Mello, depois de 35 anos trabalhando no BNDES, terminou no terceiro ou quarto escalação do banco como chefe do departamento de meio ambiente. Acredito que ele nunca viu uma operação financeira na vida. Ele carimbava as licenças ambientais para poder aprovar os projetos do banco. Quem foi o responsável, foi o Rodrigo Tostes, junto com o Paulo Dutra, o Landim na área de planejamento ajudou bastante, no começo o próprio Carlos Langoni ajudou com contatos com a receita federal. O BAP (Luiz Eduardo Baptista) ajudou trazendo mais receita, pois não adianta você só reestruturar a dívida, se não aumenta a sua receita, então trouxe novos patrocínios… Então, o saneamento financeiro foi feito por essa turma toda que eu citei. O Eduardo Bandeira de Mello não teve nenhuma ingerência, não tem a menor ideia do que é uma reestruturação financeira, pois ele nunca fez isso na vida. Ele acompanhava, era o presidente, assinava os papeis, fazia o que o pessoal falava —, disse Wallim.

Wallim Vasconcellos também deu créditos ao Cláudio Pracownik, ex-vice-presidente de finanças do Fla. Segundo ele, Cláudio “segurou a onda” após a saída de Rodrigo Tostes do cargo. Pracownik não permitia que Rodrigo Caetano, ex-diretor de futebol, Fred Luz, ex-CEO, e Bandeira de Mello, atual presidente, ultrapassassem os limites financeiros, segundo Wallim.

— Diga-se de passagem, O Cláudio Pracownik que ficou no lugar do Tostes e segurou muita onda. Ele me falava: ‘Wallim, estão me pedindo dinheiro acima do orçamento para gastar para contratar e eu já disse que não vou dar’. Cláudio Pracownik teve um papel fundamental para não deixar estourar as contas, enquanto esteve lá. É uma pessoa que trabalhou na situação, que eu também tenho uma ótima relação, e eu quero dar os créditos ao Cláudio Pracownik, que ele segurou a onda na hora que o Rodrigo Caetano e Bandeira, junto com o Fred Luz, quiseram contratar mais jogadores neste ano e no ano passado —, finalizou o ex-candidato.

Wallim era candidato à presidência em 2012, mas, após ser impugnado, não pôde mais concorrer e assumiu o cargo de vice-presidente de futebol em 2013, cargo em que ficou até meados de 2014. Em 2015, no entanto, ele se candidatou como oposição e não obteve êxito. Neste ano, o ex-VP apoia a chapa Unidos Pelo Flamengo (UniFla), que tem Rodolfo Landim, como candidato à presidência, e Rodrigo Dunshee como vice.

O ex-candidato à presidência apontou os verdadeiros responsáveis para a evolução do Flamengo no setor financeiro.


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