Curiosidades e fatos do 11º Novo Basquete Brasil

GLOBO ESPORTE: A partir deste sábado a bola volta a subir no basquete nacional. Em São Paulo, Mogi e Paulistano se enfrentam na reedição da última decisão do Novo Basquete Brasil, que chega a sua 11ª edição. E o campeonato que começa vem recheado de curiosidades. Ao todo, 14 equipes vão brigar pelo título e a promessa é de uma temporada tão equilibrada quanto a última, quando pelo menos sete times tinham condições de ficar com o título. Vale lembrar que o campeão leva uma vaga na Liga das Américas do ano seguinte, já em 2019.

Maior campeão fora

O técnico José Neto é o maior vencedor do NBB. Dirigindo o Flamengo, foi quatro vezes campeão do torneio entre os anos de 2012 e 2016. Neste ano, porém, o treinador está fora da disputa. Ele não renovou seu contrato com o Flamengo e rumou para o Japão, onde dirige o Levanga Hokkaid. Espaço aberto para os colegas de profissão diminuírem a distância para o coach.

Foto: Divulgação
Brasília de volta

A capital do país está de volta à elite do basquete nacional. Tudo bem que não se trata do mesmo time exatamente, mas a cidade de Brasília vai jogar o torneio novamente. Antes, através do Instituto Viver Basquetebol, havia levado o torneio nos anos de 2010, 2011 e 2012. E agora, após a saída da franquia da Universo do Vitória, a capital retorna, trazendo para o torneio uma praça tradicional e apaixonada pelo basquete.

Recordista isolado

Até a temporada passada, o armador Gegê, do Minas, dividia com Marcelinho, do Flamengo, o título de maior campeão do NBB. Ambos têm cinco conquistas. Marcelinho levou todas com o Flamengo, enquanto Gegê venceu quatro com o Flamengo e uma com o Bauru. Porém, com a aposentadoria do ala rubro-negro, a partir da edição 2018/19 Gegê é de forma isolada o maior campeão ainda em quadra. E pode, inclusive, tornar-se o maior vencedor da história caso consiga levar seu time ao título.

Estreia do Corinthians

Um dos times mais tradicionais do basquete brasileiro e dono da maior torcida do país ao lado do Flamengo, o Corinthians está de volta à elite. Campeão da última Liga Ouro, o time conquistou a vaga no NBB e vai disputar pela primeira vez na história o campeonato. A casa segue sendo o Ginásio Wlamir Marques e a torcida do Timão abraçou o projeto desde o Paulistão.

Georginho de volta

Cria do Paulistano, o ala-armador Georginho está de volta ao NBB. Ele deixou o time em 2016 para tentar a sorte na NBA, jogando pelo Houston Rockets, e depois esteve na G-League. Naquele ano, foi vice-campeão com o Paulistano. Depois, viu dos EUA o time ser campeão do NBB em cima do Mogi na última temporada. E agora, retornando dos EUA, foi repatriado pela equipe paulista e vai em busca do seu primeiro título, o que seria o bicampeonato do Paulistano.

Menor número de equipes

Desde a edição 2009/10, a segunda na história, o NBB não tinha apenas 14 equipes. Em suas dez edições anteriores, o torneio teve na maioria das vezes 15 times, mas também já teve até 18. Desta vez, oito anos depois, volta a ter 14 agremiações em ação.

Lary de volta ao Bauru

A 11º edição vai marcar a volta de Larry Taylor para a sua casa. Depois de três temporadas em Mogi, o armador norte-americano e naturalizado brasileiro está de volta ao Bauru. A chegada do jogador após o NBB 10 foi muito festejada pela cidade e ele já disputou o Campeonato Paulista por lá. Larry é um dos líderes do time ao lado de Alex Garcia.

Times de camisa em ação

Neste ano o NBB perdeu o Vitória, que deixou o torneio, mas ganhou o Corinthians. Assim, o torneio segue com quatro equipes de camisa, ou seja, que vêm do futebol. São elas o Flamengo, o Vasco, o Botafogo e o Timão. Antes, o NBB já teve também o Palmeiras. Recentemente, o Verdão, o Santos e o São Paulo mostraram interesse em voltar com o basquete profissional nas próximas temporadas.

Shamell de número novo

Maior cestinha da história do NBB, Shamell trocou de número. Até a última edição, o ala do Mogi atuava com o número 24. Agora, vai jogar com a 8. O caminho é o inverso feito por Kobe Bryant, que jogava com a 8 e depois passou a jogar com a 24. Além da inspiração no ídolo, Shamell diz que o número 24 dividido por três tem 8 como resultado. E que três simboliza ele e os dois filhos.

O técnico José Neto é o maior vencedor do NBB. Dirigindo o Flamengo, foi quatro vezes campeão do torneio entre os anos de 2012 e 2016.

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