É bom o Flamengo estar atento à vaga no G5

GILMAR FERREIRA: Os erros de arbitragem nos jogos de Palmeiras, Santos e Internacional, todos em marcação de pênaltis não existentes, deveriam por a CBF em alerta.

Talvez fosse a hora de se reunir outra vez com os clubes para rediscutir a utilização do VAR na reta final do Brasileiro.

Quem sabe não há quem já tenha outra opinião sobre o tema?

BAHIA 0 x 0 FLAMENGO

Dorival Júnior retorna ao Flamengo com missão tão indigesta quanto aquela que assumiu na 34ª rodada do Brasileiro de 2013.

Foto: Staff Images
Precisava de algo em torno de dois pontos por rodada para tirar aquele Fluminense do primeiro lugar do Z-4 - e ele conseguiu!

A média que terá de se repetir agora à frente do Flamengo, e com a missão de chegar ao título.

A diferença me parece estar na qualidade dos elencos.

O tricolor, em fase de desmonte, já não tinha os mesmos recursos hoje disponíveis no elenco rubro-negro.

E nem o mesmo tempo para ensaiar uma estratégia de recuperação.

Em 2013, Dorival tinha cinco a cumprir em 24 dias.

Agora, são onze jogos em 62 dias.

E não vou sequer considerar como estreia o empate de 0 a 0 com o Bahia na noite deste sábado, em Salvador.

Um jogo em que o Flamengo agora nas mãos de Dorival Júnior exibiu as mesmas dificuldades dos tempos de Barbieri.

O que não surpreende, pelo simples fato de não ter havido um treino sequer sob o comando do novo treinador.

De qualquer forma, levando-se em conta que o campeão costuma fazer em média 75 pontos, Dorival precisará obter mais 26 nas próximas onze rodadas.

O que seria, igualmente em média, 2,30 pontos por rodada - duas vitórias e um empate a cada três partidas.

Aproveitamento que o técnico nunca teve em edições de Brasileiros por clubes que dirigiu ao longo da carreira - a média de Dorival é de 1,48 pontos/jogo.

E como a série de jogos da dupla Atlético-MG e Cruzeiro é inegavelmente mais cômoda do que a do Flamengo é bom estar atento à vaga no G-5.

Essa disputa no bloco da frente do Brasileiro vai ser das mais acirradas, desde de 2011.

FLUMINENSE 0 x 1 GRÊMIO

A derrota do Fluminense para o Grêmio, por 1 a 0, na tarde deste sábado, no Nílton Santos, foi mais um choque de realidade do que propriamente um castigo...

O bonito gol de Éverton no último minuto de uma partida franca, mas de baixo nível técnico, premiou o time de mais e melhores recursos estratégicos.

O Fluminense não tem peças para assumir o protagonismo dos jogos e se complica quando assume essa necessidade.

O time funciona bem no jogo reativo, como foi contra o São Paulo no Morumbi, contra a Chape na Arena Condá ou com o Cuenca, em Quito...

Mas deixa a desejar quando cabe a ele assumir o controle do jogo, como foi, por exemplo, nos empates com Vitória e Bahia, no Maracanã.

Ou, melhor ainda, na derrota para o Internacional, também no Mário Filho.

O fato de ter que administrar o desgaste dos jogadores por conta da campanha na Sul-Americana ainda vai irritar muito a torcida.

Simplesmente porque as chamadas peças de reposição não têm, sequer, a mesma qualidade daqueles que são mais utilizados.

Marcelo Oliveira terá que entender e saber conviver com o descontantamento do torcedor, já cansado da medocridade.

Principalmente quando se equivocar nas escolhas, como a "nonsense" troca de Sornoza por Kayke.

Porque treinador de futebol também se equivoca...

E a tentativa de empurrar o time à frente, com as entradas de Marco Júnior e Kayke para jogar ao lado de Everaldo e Luciano foi equivocada.

Abriu o time nos minutos finais e propiciou a vitória dos gremistas.

O treinador não é burro, mas não foi feliz na estratégia...

BOTAFOGO 2 x 2 SÃO PAULO.

As duas defesas do goleiro Saulo ao final do jogo no Nílton Santos salvaram o time de uma derrota injusta.

A saída de Jean, machucado, quebrou a pegada, mas Zé Ricardo não tem muito do que se queixar.

Existe uma oscilação, mas o conjunto hoje exibe competitividade e padrão.

As próximas quatro rodadas serão de duelos contra rivais diretos na luta na parte de baixo da tabela (Vasco, Ceará, Bahia e Atlético-PR).

E são oponentes que não têm exibido o mesmo volume.

Botafogo está em fase de crescimento.

Bom, isso...

PARANÁ x VASCO.

A necessidade de ter que escalar um meio-campo diferente a cada jogo é o maior desafio de Alberto Valentim para fazer o Vasco exibir um futebol confiável.

Os últimos três jogos sem derrota resgataram parte da autoestima, mas tem razão a torcida por ainda ter um pé atrás com o time.

Vejamos...

Um jogo em que o Flamengo agora nas mãos de Dorival Júnior exibiu as mesmas dificuldades dos tempos de Barbieri.

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