De temido a deboche

Por Mauro Cezar Pereira

“É a estreia do Mengão no Brasileiro, já com cheirinho de hepta”.

Palavras do presidente do Flamengo, em maio de 2017, referindo-se ao jogo contra o Atlético, no Maracanã. Foi dias antes da eliminação da Libertadores pelo San Lorenzo, na Argentina.

A brincadeira do “cheirinho” surgiu em 2016. Coisa de torcedor, típico humor carioca, mera zoeira.

Foto: Divulgação
O erro foi do clube, praticamente oficializando a expressão ao adotá-la em momentos como o acima lembrado e na despedida do Brasileirão de 2016. Na oportunidade, o Flamengo exibiu no placar do Maracanã, após vitória sobre o Santos, a promessa de que o cheirinho continuaria em 2017. Erraram.

Ele seguiu forte em 2018. E com três vices em menos de um ano. Sorte dos colegas editores dos jornais populares do Rio de Janeiro. As capas estão excelentes. Haja 👃.

O Flamengo exibiu no placar do Maracanã, após vitória sobre o Santos, a promessa de que o cheirinho continuaria em 2017. Erraram.

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