Vice do Brasileirão irá faturar quase o dobro do terceiro colocado

GLOBO ESPORTE: Os dois empates seguidos que deixam o sonho do título mais distante têm gosto amargo para o Flamengo. Quando a equipe precisou medir forças no Campeonato Brasileiro, não foi capaz de superar os adversários diretos. O resultado contra o São Paulo nesse domingo, no Morumbi, fez o time cair para a terceira posição. O Rubro-Negro encerrou o retrospecto ruim contra os melhores da competição: só uma vitória em seis jogos contra os membros do G-4.

Diante de Palmeiras, Internacional e São Paulo, que estão junto do Flamengo nas primeiras posições da tabela, o time carioca conseguiu mais três empates e duas derrotas. O aproveitamento é de 33%, quase metade em relação ao que a equipe tem em todo o torneio: 63%. Para efeito de comparação, confira o retrospecto desse quadrangular particular deste G4:

Lucas Paquetá em São Paulo x Flamengo - Foto: Gilvan de Souza
Longe do título, embora não entregue os pontos, como disse o técnico Dorival Junior - são seis pontos de desvantagem para tirar em seis rodadas -, o Flamengo tenta garantir a terceira classificação consecutiva para a fase de grupos da Libertadores.

Além disso, a premiação mais alta ao alcance do vice-campeonato. Em 2016 ficou em terceiro na última rodada e deixou de receber R$ 3,4 milhões. Desta vez, a diferença é maior: R$ 3,6 milhões.

O campeão leva R$ 18,6 milhões. O vice, R$ 11,3 milhões. O terceiro, R$ 7,7 milhões.

Se levar em conta que o Flamengo ficou na semifinal da Copa do Brasil - e a vaga na final garantia ao menos R$ 20 milhões (o campeão ganhou R$ 50 milhões) -, o "prejuízo" seria de R$ 17 milhões entre o potencial de arrecadação como bonificação pelo desempenho esportivo pago pela CBF. Isto por que o semifinalista arrecada R$ 6,5 milhões - R$ 13,5 milhões a menos que um finalista.

A falha no momento da decisão é sentida pelos próprios jogadores, que pedem mais concentração e capricho na hora de finalizar. Réver saiu do Morumbi reclamando das falhas nas chances de bater o São Paulo. Companheiro de zaga do capitão, Léo Duarte fez coro. Vitinho, que teve a bola do jogo nos pés, prometeu “melhorar no quesito”.

Como já havia acontecido contra o Palmeiras, o Flamengo teve mais posse de bola, criou mais, mas não venceu. Diante do Palmeiras, o time carioca teve 62% de posse de bola e tentou nada menos do que 15 finalizações e 37 cruzamentos para fazer um único gol, de Marlos Moreno.

Neste domingo, contra o São Paulo, foram 60% do tempo de jogo com a bola, 21 arremates e e outras 24 bolas na área para buscar o 2 a 2.

Nestas duas partidas, o Flamengo tentou 36 finalizações para marcar três gols. A média no campeonato do Rubro-Negro, que tem o melhor ataque, com 51 gols, é de menos de nove arremates para anotar cada um.

Com quatro gols nas últimas quatro partidas, Uribe reconheceu as chances perdidas e, com sinceridade, disse que era difícil de explicar tantas chances desperdiçadas em momentos decisivos.

- Faltou somente a bola entrar. É difícil de explicar, por que são situações de jogo. Coisas que passam com a adrenalina alta. Em campo, simplesmente nos precipitamos. Acontece. Só nos resta trabalhar - disse o colombiano.

Confira os últimos seis jogos do Flamengo no Brasileiro:

Botafogo (Fora); Santos (Casa), Sport (Fora), Grêmio (Casa), Cruzeiro (Fora) e Atlético-PR (Casa).

O campeão leva R$ 18,6 milhões. O vice, R$ 11,3 milhões. O terceiro, R$ 7,7 milhões.

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