Flamengo permanece como time com mais estrangeiros na Série A

COLUNA DO FLAMENGO: Por: Carla Araújo

Nesta semana, Giorgian de Arrascaeta foi confirmado como o terceiro reforço do Flamengo para a temporada. Com a chegada do uruguaio, o clube já conta com seis estrangeiros no elenco para 2019: Cuéllar, Uribe, Berrío, Trauco, Piris e o próprio Arrascaeta. O alto número confirma um fato que não é novidade dentro do Rubro-Negro carioca: o Fla tem se tornado um verdadeiro reduto de atletas de outras nacionalidades. Se considerarmos os últimos seis anos, a média de “gringos” no elenco do Flamengo é de 6,5 jogadores por temporada.

Piris da Motta, Berrio, Trauco e Uribe, estrangeiros do Flamengo - Foto: Alexandre Vidal
O Flamengo foi líder neste quesito em 2017, 2018 e, até então, também em 2019. Esses números contam apenas os jogadores à disposição. Existem aqueles emprestados que não são aproveitados nas temporadas e, assim, deixam de ser contabilizados (é o caso de Lucas Mugni e Héctor Canteros em 2017, por exemplo). Abaixo, veja a lista dos atletas de outras nacionalidades que atuaram pelo Rubro-Negro nos últimos seis anos. Entram tanto estrangeiros, quanto naturalizados. Os dados são do OGol e do Transfermarkt:

– 2014 (seis estrangeiros, sendo um naturalizado):
Lucas Mugni, Héctor Canteros, Marcos González, Frickson Erazo, Victor Cáceres e Eduardo da Silva.

– 2015 (sete estrangeiros, sendo dois naturalizados):
Lucas Mugni, Héctor Canteros, Pablo Armero, Victor Cáceres, Paolo Guerrero, Emerson Sheik e Eduardo da Silva.

– 2016 (seis estrangeiros, sendo um naturalizado):
Héctor Canteros, Federico Mancuello, Alejandro Donatti, Gustavo Cuéllar, Paolo Guerrero e Emerson Sheik.

– 2017 (sete estrangeiros):
Federico Mancuello, Alejandro Donatti, Darío Conca, Gustavo Cuéllar, Orlando Berrío, Paolo Guerrero e Miguel Trauco.

– 2018 (sete estrangeiros):
Gustavo Cuéllar, Orlando Berrío, Marlos Moreno, Fernando Uribe, Piris da Motta, Paolo Guerrero e Miguel Trauco.

– 2019 (seis estrangeiros):
Gustavo Cuéllar, Orlando Berrío, Fernando Uribe, Piris da Motta, Miguel Trauco e Giorgian de Arrascaeta.

Se observarmos as últimas dez temporadas (incluindo a que está se iniciando, de 2019), vemos que o Flamengo já tinha o costume de contratar estrangeiros, mas em números menos expressivos que os atuais. Em 2010, foram cinco no clube. Em 2011, eram três “gringos” no elenco. Já para 2012 e 2013, quatro atletas em cada. Na década, a média fica em 5,5 jogadores de outras nacionalidades atuando no Rubro-Negro por ano. Uma quantidade alta se comparada aos outros clubes da Série A.

A CBF não tem uma limitação para estrangeiros em clubes brasileiros. No entanto, determina que, no máximo, cinco podem atuar em uma mesma partida (já contando os que ficarão no banco de reservas). Dessa maneira, o técnico Abel Braga sempre terá que deixar pelo menos um de seus “gringos” fora dos relacionados. Importante frisar que dos seis jogadores, quatro são constantemente convocados por suas seleções: Cuéllar, pela Colômbia; Piris da Motta, pelo Paraguai; Trauco, pelo Peru; e Arrascaeta, pelo Uruguai.

Se considerarmos os últimos seis anos, a média de “gringos” no elenco do Flamengo é de 6,5 jogadores por temporada.

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