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Em primeiro lugar, o Clube de Regatas do Flamengo esclarece que, diferentemente do que afirmaram os três advogados, jamais afirmou estar negociando com nove famílias.

O clube reafirma que já fechou acordo com uma família e negocia com três. E segue aberto para novas negociações. Vale esclarecer que a advogada da família do atleta Rykelmo é a Doutora Gislaine Nunes, que já se reuniu com o corpo jurídico do clube.

Quanto à afirmação de que o clube não procurou as sete famílias representadas pelos três advogados para negociar, o Flamengo lembra que em reunião no Tribunal de Justiça, no dia 21/2/2019, os advogados não concordaram com os termos propostos e encerraram as conversas.

Arley Carvalho, advogado de Yago Pikachu, do Vasco - Foto: Divulgação
Também diferentemente do que foi dito pelos advogados, o Flamengo vem dando sim todo apoio material e psicológico às famílias dos atletas que se encontravam no Centro de Treinamento George Helal no dia do incêndio (8/2/2019) que vitimou dez jovens.

Nestes 39 dias, o clube procurou estar sempre ao lado das famílias dos atletas, dando suporte financeiro e psicológico. Todas as despesas com transporte, alimentação e hospedagem ficaram a cargo do clube, que não mediu esforços para atender a todas as demandas.

Durante todo o período no qual os três atletas que se feriram permaneceram hospitalizados, o clube manteve um responsável para cuidar da logística dos familiares, além de um médico para acompanhar todos os procedimentos no hospital.

A hospedagem e a alimentação dos parentes também ficaram a cargo do clube. Somente com passagens aéreas e hospedagem de parentes, advogados e empresários dos jogadores o Flamengo gastou até o momento R$ 222.580,30.

Nesta quantia está incluído o fretamento de um avião para agilizar os sepultamentos dos casos em que a logística era mais complicada. Vale registrar que o Flamengo continua dando uma ajuda de custo mensal de R$ 5 mil para as nove famílias que ainda não acertaram as indenizações.

Em relação aos 16 atletas sobreviventes, o clube já fechou acordo com 13 famílias e está em negociação com as três restantes.

O clube também já prestou inúmeras homenagens aos atletas, quase todas devidamente registradas pela imprensa, entre elas a missa de sétimo dia, a missa de um mês, além do luto em todos os esportes até o fim de 2019.

A homenagem realizada antes do Fla-Flu do dia 14 de fevereiro, no Maracanã, foi toda organizada e custeada pelo clube. Além disso, em todos os sepultamentos havia um representante do clube.

Mais uma vez o Flamengo reitera que continua à disposição das famílias para que tudo seja resolvido o mais rapidamente possível.

GLOBO ESPORTE: A família de Áthila Souza Paixão foi a primeira a ter um acordo definido com o Flamengo para indenização após a tragédia do Ninho do Urubu. o nome da vítima era tratado com sigilo. Na próxima quinta-feira, há uma reunião entre o clube e a advogada de Rykelmo. As partes estão confiantes em uma solução.

O nome de Rykelmo foi citado em entrevista coletiva na tarde desta terça-feira, no Rio de Janeiro, como vítima representada pela defensoria pública. O GloboEsporte.com apurou, porém, que Gislaine Nunes é quem trata diretamente com o Flamengo.

Foto: Divulgação
A advogada, que representou Ronaldinho Gaúcho em ação contra o próprio Flamengo e já trabalhou com jogadores como Juninho Pernambucano e Edmundo, representa a mãe do ex-volante morto aos 16 anos. O encontro da próxima quinta será o segundo com o clube para tratar a indenização de Rykelmo.

O acordo com Áthila Paixão também foi conduzido por um advogado em nome da família, que vive em condições humildes em Lagarto, no interior de Sergipe. Os valores são mantidos em sigilo por cláusula de confidencialidade.

Além do acordo com Áthila e da negociação em andamento por Rykelmo, o Flamengo conversa com o advogado Thiago d’Ivanenko para definir a indenização para as famílias de Vitor Izaias e Bernardo Pisetta.


O GLOBO: O ministro da Cidadania, Osmar Terra (MDB-RS), responsável pelas áreas de Esporte, Cultura e Desenvolvimento Social do governo federal, afirmou nesta terça-feira que o fim dos patrocínios da Caixa Econômica Federal aos clubes de futebol será revertido em aumento no investimento do Bolsa Atleta. As declarações foram dadas à Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado. Em seu discurso, Terra tratou como prioridade a "recomposição" do programa.

- Conversei com praticamente todos os presidentes de estatais, só não falei com Correios. Falei com as maiores empresas e eles já estão inclusive cortando. Não sei se tem aqui torcedor do Flamengo. Cortamos patrocínio do Flamengo - contou o ministro, antes de dar uma longa gargalhada. - A Caixa cortou patrocínio do Flamengo. Esse recurso vai nos ajudar no Bolsa Atleta. Precisamos recompor o valor do Bolsa Atleta e até aumentar.

Foto: Divulgação
No final do ano passado, o então presidente Michel Temer anunciou o corte do Bolsa Atleta para categorias de Base e Estudantil. Na comparação com 2017, houve diminuição no número de beneficiados, que caiu pela metade, e de cerca de um terço no valor repassado aos atletas.

- Estamos tratando da recomposição da Bolsa Atleta. Nossa meta é chegar a R$ 100 milhões, esse ano ainda, para aumentar a oportunidade -- contou Terra.

O valor, porém, não é suficiente para recolocar o programa no patamar de dois anos atrás, quando o governo investia cerca de R$ 140 milhões.

O ministro comentou ainda sobre do patrocínio da Petrobras à McLaren, anunciado no ano passado. A estatal nunca revelou o valor investido para desenvolver um novo combustível para a equipe, que deveria começar a utilizá-lo este ano. A tendência é que a Petrobras tente romper o acordo.

-- Não tem sentido a Petrobras financiar um carro com três milhões de euros por mês. Não tem sentido isso só para ter o nome da Petrobras ali. Se a Petrobras botasse (no Bolsa Atleta) o que gastou naquele carro de Fórmula 1 por ano, resolvia todo nosso problema.

O GLOBO: O pedido de liminar feito pela Defensoria Pública do Rio de Janeiro (DPRJ) e o Ministério Público Estadual (MPRJ) para bloquear R$ 57,5 milhões das contas do Flamengo foi parar na Jusitça Cível. A medida do Juizado Especial do Torcedor e Grandes Eventos foi proferida nesta segunda-feira, 26 dias após a decisão.

O objetivo é garantir as indenizações às vítimas e aos familiares dos 10 jovens mortos no incêndio ocorrido no último dia 8 de fevereiro, no Centro de Treinamento George Helal, popularmente conhecido como Ninho do Urubu.

De acordo com a defensora pública Cintia Guedes, coordenadora cível da DPRJ, a instituição está analisando juridicamente como irá resguardar os direitos dos familiares dos jovens vitimados pelo incêndio. A Defensoria representa três famílias.

Ninho do Urubu, CT do Flamengo - Foto: Alexandre Vidal
Outras medidas foram tomadas para além do bloqueio. A Defensoria e o MP solicitaram mais informações sobre o Ninho do Urubu. As instituições querem a interdição do CT até a regularização completa do local junto ao Corpo de Bombeiros e ao município. A ação ainda pede aplicação de multa única de R$ 10 milhões e mais multa diária pessoal de R$ 1 milhão ao presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, no caso de descumprimento das medidas requeridas.

É importante lembrar que não houve acordo entre a força tarefa criada para negociar a indenização às famílias pelo Flamengo. O clube decidiu transferir seus esforços de mediação para o Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), também sem sucesso. Os pais acharam os valores baixos e o Fla terá que negociar com cada família individualmente.

A Defensoria informou que, neste momento, não há nenhuma negociação com o Flamengo em andamento sobre o pagamento de indenização.

COLUNA DO FLAMENGO: O atacante Geuvânio foi apresentado no Atlético-MG na última segunda-feira (18). Na coletiva de apresentação, o atleta falou sobre sua frustrante passagem pelo Flamengo, afirmando que não conseguiu render o esperado por receber poucas oportunidades, uma vez que, segundo ele, a equipe priorizava os atletas contratados de forma definitiva. Entretanto, o jornalista Mauro Cezar Pereira fez questão de rebater o jogador, analisando sua passagem pela Gávea como péssima.

– Um absurdo. Jogador caríssimo. Depois que acabou a gestão de Eduardo Bandeira, que entrou a gestão do Landim, eu recebi a informação de que ele custou ainda mais caro. Um ano e meio de empréstimo, um jogador que não deu nenhum retorno técnico. Fez dois gols contra a Portuguesa, com o time reserva. Quando teve oportunidades, nada fez. Dorival Júnior, que assumiu o time na reta final, o escalou inúmeras vezes, mas ele não conseguiu acrescentar. Uma piada isso que ele disse. Marlos Moreno também era emprestado, e nenhum dos dois jogou nada -, disse Mauro no “ESPN – Bom dia” desta terça.

Foto: Divulgação
Em seguida, Mauro destacou que Geuvânio esteve no Flamengo durante um período em que diversos treinadores passaram pelo comando da equipe, mas ele não conseguiu render bem com nenhum, mesmo recebendo oportunidades.

– A participação do Geuvânio no Flamengo foi péssima, oportunidades não faltaram. Acho impressionante como se contrata um jogador por um preço tão alto, por um futebol mínimo. O cara que teve um desempenho tão ruim quanto ele teve no Flamengo, com diferentes treinadores, e não conseguiu fazer nada, ainda acha que é vítima. Não sei se no Atlético-MG ele vai jogar bem. Mas no Flamengo eu sei que ele não fez nada. Chega a ser engraçado, por tão desconectada da realidade que a declaração do Geuvânio é -, concluiu Mauro.

Para Benja, o estádio, hoje, é dependente do Flamengo e de sua torcida. E aí, torcedor, concorda?



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COLUNA DO FLAMENGO: Nos últimos anos, o Flamengo realizou contratações envolvendo investimentos consideráveis. Um desses casos foi o atacante Geuvânio, que jamais chegou a assumir titularidade no Rubro-Negro. Como justificativa para isso, o atleta afirmou que faltou tempo em campo (veja aqui), opinião que o o jornalista Fernando Campos discorda.

Através de seu Twitter, Fernando criticou o novo reforço do Atlético-MG, destacando que o atacante precisa fazer uma análise de seu rendimento, antes de tentar passar a culpa a outras pessoas envolvidas no processo. Por fim, o jornalista foi ainda mais contundente sobre o rendimento do jogador com a camisa rubro-negra.

Foto: Divulgação
“Terceirização de culpa. Algo extremamente irritante e que toma conta de grande parte do país em diversas esferas. A declaração do Geuvânio é uma piada. Lamento que ele não consiga fazer uma autocrítica até para evoluir como profissional. Não jogou absolutamente nada no Flamengo […] Essa declaração é absurda e desrespeita até os ex-companheiros de elenco no Flamengo. Ele era o bonzão e os outros não estavam na frente dele por mérito? Era melhor ser surdo do que ouvir isso”, escreveu o jornalista.

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