Flamengo Resenha


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FLAMENGO 81: Corinthians e Flamengo empatam no Brasileirão Sub-20 na manhã deste domingo, no Parque São Jorge, em jogo válido pela 6ª rodada do Campeonato Brasileiro Sub-20. Confronto teve 4 gols marcados em apenas 11 minutos.

O Flamengo abriu o placar aos 32 minutos do primeiro tempo, com gol de Vitor Gabriel, após rebote em chute de Matheus França. Mas a festa do Mengão não durou muito, o Corinthians empatou a partida logo aos 35 minutos, Madson roubou a bola no ataque e ajeitou para Roni empatar. Aos 41 minutos, o Corinthians virou a partida com Ruan Oliveira. Gomes empatou novamente a partida aos 43 minutos do primeiro tempo.

Foto: Divulgação
Com o empate, o Flamengo chega a 14 pontos e mantém a primeira colocação do campeonato, seguido do América-MG, com 13 pontos.

Os times ainda se enfrentam hoje, pelo Campeonato Brasileiro Feminino e Masculino, confira os horários:

Campeonato Brasileiro Feminino
Corinthians x Flamengo
14h, no Pacaembu
Entrada Franca

Campeonato Brasileiro Masculino
Corinthians x Flamengo
16h, na Arena Corinthians
Ingressos à venda

COSME RIMOLI: O que era alegria, no dia 20 de janeiro, se tornou medo, exatamente seis meses depois. Diego havia encaminhado, deixado tudo certo com o Orlando City. Ele jogaria no futebol norte-americano neste segundo semestre e não renderia um centavo para o Flamengo devido ao fim do seu contrato. A nova diretoria, porém, decidiu segurar o meia e ofereceu, de forma surpreendente, em um compromisso até o final de 2020. Diego, que estava a um mês de completar 34 anos, aceitou.

Seu futebol não era o mesmo de dez anos atrás, mas ainda tinha visão de jogo, liderança, carisma. Sua vida se tornou um entra e sai no time. Nem reserva e nem titular absoluto. Jorge Jesus percebeu a sua importância no elenco e manteve a situação. Tudo ia razoavelmente bem até o fatídico pênalti contra o Athletico Paranaense. O chute fraquíssimo no alto, no meio do gol, que o goleiro Santos defendeu até uma criança pegaria.

Diego, do Flamengo - Foto: Divulgação
Displicência, autoconfiança absurda, bobagem. Ele foi o primeiro a cobrar para animar torcida e o time. Foi como capitão da equipe. Mas a sua cobrança foi fundamental na eliminação da Copa do Brasil e a torcida passou a hostilizá-lo. Contratou dois seguranças pessoais que o protegeram no embarque para São Paulo, para o jogo de hoje, contra o Corinthians. Eles já trabalharam com Diego Tardelli e Adriano.

A torcida está pressionando a negociá-lo. Empresários representando o Orlando City e o Toronto já entraram em contato. Querem o meia, desde que haja uma rescisão. Os clubes não querem gastar comprando os direitos do atleta. Sair do país pode ser uma boa solução para o jogador e sua família, além de aliviar o ambiente na Gávea.

A situação é de indefinição. Diego segue uma pilha de nervos. Irritado, tenso... A saída do jogador não está descartada. Pelo contrário, assessores do presidente Rodolfo Landim insistem que negociar Diego se tornou fundamental...

O GLOBO: Em meio ao vigor do Flamengo no mercado, com contratações milionárias, o time visita o Corinthians, às 16h, em Itaquera, e revê um jogador que ajudou indiretamente a estruturar as bases da recuperação financeira rubro-negra, agora em fase de colheita.

Se hoje a diretoria é capaz de investir em nomes como Gérson, Arrascaeta e no técnico Jorge Jesus, foi porque lá atrás devolveu Vagner Love para a Rússia, e deixou de pagar seis milhões de euros (R$ 25 milhões), em um começo de administração que previa um déficit de R$ 130 milhões em 2013.

O valor da dívida, inalcançável na ocasião, corresponde a quase um terço do que o Flamengo pagou em Arrascaeta, à metade do que foi gasto em Gérson, para citar os reforços mais caros na atual temporada. Sem falar em Vitinho, que custou os mesmos 10 imlhões de euros de Love. Com a mesma quantia que não podia pagar, o Flamengo também comprou Bruno Henrique e Rodrigo Caio este ano.

Foto: Divulgação
Seis anos depois, as dívidas não são mais problemas, mas o clube está novamente atrás de um centroavante. Só que Vagner Love, aos 35 anos, não é mais uma opção.

Atualmente no lado alvinegro, o jogador marcou época defendendo as cores rubro-negras dentro de campo, mas teve a história interrompida quando o clube decidiu abrir mão da compra de 10 milhões de euros junto ao CSKA pois alegou que não poderia honrar o restante do valor, já que tinha uma dívida estimada em R$ 750 milhões no começo da gestão Eduardo Bandeira de Mello.

- O déficit daquele ano estava em 130 milhões fora a dívida de quase 800 milhões. Precisamos cortar os investimentos e no futebol ele era o principal jogador. O empresário entendeu e foi tudo amigável. Não tínhamos escolha. A conta era simples - explicou Bandeira de Mello, em contato com O GLOBO .

Love, na verdade, ficou chateado, pois alegou que a diretoria havia garantido sua permanência uma semana antes. O problema era que o atacante custava R$ 1 milhão por mês. O "artilheiro do amor" foi contratado após o Flamengo R$ 27 milhões na cotação da época divididos em quatro parcelas ao CSKA (RUS) para adquirir os seus direitos econômicos, mas os russos só receberam R$ 10,8 milhões do montante. Quebrado financeiramente e com penhoras tomando todo o fluxo de caixa, o investimento foi considerado inviável pela nova cúpula de futebol, que fechou um acordo para os russos "esquecerem" da quantia restante em troca da devolução do atleta.

Aquele seria o primeiro choque de gestão de Bandeira de Mello à frente do Flamengo - o que rendeu anos de equipes sem grandes investimentos. Apesar da chateação de Vagner Love na época, a decisão se mostrou acertada seis anos depois. A dívida rubro-negra caiu para R$ 418 milhões e a receita aumentou para impressionantes R$ 536 milhões, de acordo com os números divulgado pelo estudo Itaú BBA. Neste ano, o Flamengo investiu R$ 190 milhões em contratações, valor maior que o déficit apresentado em 2013.

O reencontro entre Flamengo e Vágner Love marca o passado e a construção de um futuro para o rubro-negro. Se teve que se desfazer do seu ex-camisa 9 para ajeitar a casa há seis anos, poderá entrar em campo com duas das contratações mais caras de sua história em Itaquera, neste domingo: Gérson, caso estreie, comprado junto a Roma por R$ 49 milhões, e Vitinho, do CSKA, por R$ 44 milhões. Isso sem contar Arrascaeta, adquirido por R$ 64 milhões, que não estará em campo devido a uma lesão na coxa direita.

Vale lembrar que o Flamengo tentou repatriar Vagner Love algumas vezes durante esse processo de reestruturação, mas o namoro nunca terminou em casamento. A tentativa mais forte aconteceu em janeiro do ano passado, quando o empresário do atacante chegou a viajar para a Turquia para tentar a liberação junto ao Besiktas, em vão. Quando o jogador enfim veio para o Corinthians estava livre, treinando separado na Turquia, e só havia sido procurado pelo Santos. O Flamengo não se candidatou. De qualquer forma, Love já ficou marcado na história do clube. Após sua saída, foi vendido da Rússia para a China. Antes de sua primeira passagem pelo Corinthians, em 2015. Em seguida, foi negociado ao Mônaco, e de lá comprado pelo Alanyaspor, da Turquia, que o vendeu ao Besiktas.

O GLOBO: Não é apenas entre os homens que Corinthians x Flamengo se tornou um clássico do futebol. No Brasileirão feminino, o confronto, que terá mais um capítulo hoje às 14h, no Pacaembu, já carrega histórias. Inclusive com uma personagem que vestiu as camisas das duas maiores torcidas do país. E conquistou o Brasil pelos dois clubes.

Experiência suficiente para a meio-campo Diany, de 29 anos, perceber as diferenças entre uma equipe de parceria e um time de clube. Até meados do ano passado, ela vestia o uniforme rubro-negro, mas toda a estrutura usada era da Marinha, que paga os salários das jogadoras. Frequentava a Gávea apenas para os jogos. Lá conquistou o Brasileiro de 2016, único título de um carioca.

Foto: Divulgação
Diany chegou em junho passado no Corinthians e se deparou com outra realidade. Treina no CT da base e joga, na maioria das vezes, no Parque São Jorge. Alguns jogos grandes são no Pacaembu. Como o de hoje, que será transmitido pela Rede Bandeirantes.

— Aqui sinto a presença do clube mais próxima, podendo utilizar toda estrutura , todo suporte necessário do clube, e isso aproximou ainda mais os torcedores, os sócios de nós atletas... — conta ela,que começou no futsal do Mackenzie, do Rio.

Em menos de seis meses no clube paulista, a meio-campo levantou mais um título brasileiro. Com direito a gol na semifinal sobre o rubro-negro:

— Foi uma experiência incrível ser campeã por dois clubes de grande expressão. Ficará guardado na memória.

Hoje, é dia de confirmar a liderança e deixar o Flamengo, em quarto lugar, mais longe. Diany quer o tri brasileiro.

FOLHA DE SÃO PAULO: Por PVC

A semana passada começou com o presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, declarando que o Brasileiro está separado entre Flamengo e Palmeiras, de um lado, e outros 18 clubes de outro. O tal processo de espanholização, que pressupõe os dois times mais ricos serem hegemônicos no Brasil. Discurso repetido desde 2010 e que nunca chegou.

Na verdade, até mudou de endereço. Há cinco anos, antes de o Palmeiras explodir em receitas com TV, plano de sócios-torcedores e patrocínio da Crefisa, a discussão era sobre como evitar que Flamengo e Corinthians fossem soberanos.

É surpreendente que nos esportes americanos, a NBA tenha construído hegemonia maior do que os clubes do Brasil. O Toronto foi o campeão, em junho. Nas quatro temporadas anteriores, Golden State Warriors e Cleveland Cavaliers disputaram quatro finais, apesar de todo o cuidado dos EUA para manter o equilíbrio.

Rafinha em estreia pelo Flamengo - Foto: Alexandre Vidal
Corinthians e Flamengo farão clássico disputadíssimo em Itaquera, apesar do encanto com o sistema tático com pressão alta de Jorge Jesus e o desencanto com o Corinthians, onde o único ataque é de nervos. As quartas de final da Copa do Brasil evidenciaram, mais uma vez, que o Brasil não está pronto para ter equipes dominantes, como Real Madrid e Barcelona, na Espanha.

Há razões para isso.

O Palmeiras é o time de maior faturamento do país. Seu centroavante, Deyverson, não é artilheiro do time. Seu meia-armador, Lucas Lima, só deu um passe para gol em 36 jogos.

No segundo time mais rico do país, o Flamengo, Jorge Jesus é o quarto treinador em 12 meses. Mudou o treinador e o sistema tático. A marcação por pressão abre espaços nas costas dos laterais. Enquanto não estiver tudo bem ensaiado, haverá risco de sofrer gols assim. O Athletico-PR empatou o jogo no Maracanã com Rony, nas costas de Rafinha.

O ano da graça de 2012 foi de título mundial do Corinthians e também a última temporada em que seus cofres foram os mais recheados do país. De lá para cá, a receita do Flamengo subiu 156% e o Palmeiras cresceu 181%. No mesmo período, o Corinthians diminuiu a arrecadação e, depois de voltar a crescer, arrecada apenas 30% a mais do que há sete anos.

O argumento de que a bilheteria vai direto para o pagamento do estádio é justo. Mas seria superado se fossem criadas outras fontes de arrecadação. Por exemplo, os naming rights, que o Allianz Parque tem e o Corinthians prometeu, mas não conseguiu cumprir.

Não haverá 12 clubes brigando em condições iguais por todas as taças. Nunca houve. Por mais que sejam equivalentes em gigantismo, os 12 times mais tradicionais do país revezaram-se no topo. O Santos ganhou seis títulos nacionais na década de 1960 e só voltou a conquistá-los a partir de 2002. O Corinthians ganhou o Brasileiro quatro vezes neste século, mas passou 23 anos sem ganhar nada, entre 1954 e 1977. O Flamengo foi quase hegemônico, com cinco Brasileiros entre 1980 e 1992 e só ganhou um nos últimos 27 anos.

Hoje, há cinco clubes capazes de se tornarem polos de desenvolvimento do futebol: Corinthians, Flamengo, Grêmio, Palmeiras e São Paulo.

Só estão fora desta lista os dois mineiros, o Santos e o Inter, por causa das dívidas altas ou dificuldade de faturamento. Nada que não possa se transformar em dois anos.

O Brasil ainda tem um argumento único, na comparação com os principais torneios do planeta, para ter um campeonato capaz de aumentar seu interesse: a imprevisibilidade.

O Flamengo arrecada hoje perto de R$ 200 milhões a mais do que o Corinthians. E, mesmo assim, não é favorito para o clássico de Itaquera.

RODRIGO MATTOS: Na revisão de seu orçamento para 2019, o Flamengo subiu a expectativa de resultados de todas as competições, estimando receitas superiores aos números originais. No caso da Copa do Brasil, foi previsto que o time chegasse até a semifinal. Eliminado nas quartas, o clube deixou de ganhar R$ 6,7 milhões previstos no orçamento.

Esse é o valor da cota para os semifinalistas da Copa do Brasil. Teoricamente, o Flamengo tem que compensar essa perda de receita com aumento em outro item, seja patrocínio, bilheteria, TV, etc.

Diego, do Flamengo, contra Athletico-PR - Foto: Alexandre Vidal
A diretoria não vê como um grande problema porque havia a previsão de que metade desse valor aproximadamente seria usado para premiação dos jogadores. Houve uma política de aumento de premiações para atletas no caso de conquistas para atrair jogadores.

Assim, o buraco real no orçamento rubro-negro a ser coberto gira entre R$ 3 milhões e R$ 4 milhões.

Até agora, na temporada, o Flamengo tinha atingido sua meta de ser campeão carioca, prevista no orçamento. Há ainda previsão de chegar ao menos à semifinal da Libertadores e acabar ao menos em terceiro do Brasileiro (posição atual). Se ganhar o Nacional, o time compensa a perda financeira com a Copa do Brasil.


UOL: No calendário cada vez mais repleto do futebol, o Flamengo mal teve tempo de lamber as feridas após a queda para o Athletico na Copa do Brasil. Hoje, às 16h, a equipe volta a campo para encarar o Corinthians, na casa do rival, com a missão de dar uma demonstração imediata de sua força.

Considerado um clube com um dos melhores elencos do país, o Fla vai colocar à prova a força técnica e também mental de seu grupo milionário. Após a eliminação da última quarta, o baixo astral era evidente na saída do Maracanã. Para piorar, os jogadores sofreram com protestos no aeroporto antes do duelo pelo Brasileirão.

Diego e jogadores do Flamengo - Foto: Alexandre Vidal
Como tem apenas o Brasileiro e a Libertadores pela frente, os compromissos na competição nacional ganharam ainda mais importância, visto que o Fla persegue um título de expressão desde 2013, quando levantou a Copa do Brasil.

"A pressão existe, o Flamengo é um clube enorme. O ano não acabou. Vamos sofrer esses dias, mas já virando a chave. Entendemos que a nossa torcida esteja triste, mas nós ainda vamos colher os frutos. Isso (a eliminação) não pode destruir toda a temporada. Pressão aqui existe até em amistoso, não tem tempo para lamentar", resumiu o goleiro Diego Alves.

Últimos jogadores contratados pelo Rubro-negro, o volante Gerson e o zagueiro espanhol Pablo Marí estão aptos e à disposição do comandante português. Outro que aparece entre os relacionados é Bruno Henrique. Com a lesão de Arrascaeta, todo o investimento feito em contratações também será testado.

"Vamos tentar a reviravolta para conquistar coisas grandes. Não tem como tranquilizar a torcida, não era o resultado (eliminação na Copa do Brasil) que a gente queria", disse Gabigol.

A seis pontos do líder Palmeiras, os rubro-negros não têm mais muita margem de erro e precisam de uma vitória em São Paulo para esfriar um pouco a temperatura. Se o Brasileiro virar apenas um sonho, a cobrança só tende a aumentar.

UOL: O provável acerto de Filipe Luís com o Flamengo deve inverter uma tendência de nove anos no futebol nacional: o lateral esquerdo tem tudo para se tornar o primeiro titular da seleção brasileira a ser repatriado desde Robinho, em 2010.

Filipe Luís foi titular em quatro jogos na Copa América e só deixou o time de Tite porque sofreu lesão nas quartas de final. Ele havia herdado a titularidade de Marcelo após a Copa do Mundo e, aos 33 anos, estreitou as relações com Tite e foi até uma espécie de assistente técnico na campanha do título. Se confirmada a ida ao Flamengo, portanto, é um titular da seleção quem desembarca no futebol brasileiro.

Ronaldinho Gaúcho no Flamengo - Foto: Divulgação
Isso não acontece desde 2010. Robinho havia sido titular da seleção na Copa das Confederações do ano anterior e mantinha o posto durante as Eliminatórias para a Copa quando foi emprestado pelo Manchester City (ING) ao Santos. Na época, o atacante tinha a confiança quase inabalável do técnico Dunga, mas na Inglaterra pouco somava minutos em campo - fez só nove jogos no segundo semestre de 2009.

Eis que surgiu o Santos, para onde ele foi emprestado para "jogar regularmente", nas palavras do então técnico do City, Roberto Mancini. Então com 26 anos, Robinho assumiu papel de tutor dos "Meninos da Vila" e uniu seu talento aos de Neymar e Ganso para encantar o País. O saldo final foi de um Paulistão e uma Copa do Brasil em seis meses - um titular daquele time era Alex Sandro, atual concorrente de Filipe Luís na seleção.

De lá para cá, houve casos de selecionáveis contratados por clubes brasileiros, mas nunca um titular incontestado, nem vindo do exterior e muito menos imediatamente após uma competição oficial - como seria a chegada de Filipe Luís. Nos últimos anos, Diego Souza, Ricardo Oliveira e Lucas Lima trocaram de clube meses após convocações, por exemplo, mas nenhuma das situações cumpriu os requisitos citados.

Filipe Luís está oficialmente sem clube desde o começo de julho, quando terminou sua segunda passagem pelo Atlético de Madri (ESP). O Flamengo deve ser o segundo clube do lateral esquerdo no Brasil, visto que ele foi revelado e defendeu o Figueirense até se transferir à Europa em 2004.

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