A Rodada dos Cariocas

GILMAR FERREIRA: Pênaltis polêmicos, mal marcados, não marcados...

Como já lembrado nesse espaço, as últimas dez rodadas do Brasileiro são caracterizadas pelo protagonismo às avessas da arbitragem.

Porque é quando constatamos que eles, os árbitros, são mesmo de qualidade inferior ao desejado.

E este ano há um agravante: a lamentável participação dos auxiliares de linha.

É preocupante...

Geuvânio em São Paulo x Flamengo - Foto: Gilvan de Souza
SÃO PAULO 2 x 2 FLAMENGO.

Os números do jogo mostram a diferença da qualidade entre os dois times.

O Flamengo mesmo como visitante teve 57% de posse, o dobro de passes certos, duas vezes mais de finalizações...

Mas o resultado não foi o esperado.

A virada escapou dos pés de Vitinho da mesma forma como fugiu dos pés de Paquetá no jogo contra o Palmeiras.

Quatro pontos que colocariam o Flamengo com 64 e deixaria o líder com dois a menos, ou seja, os mesmos 64.

BOTAFOGO 1 x 0 CORINTHIANS.

Mais do que a análise do desempenho, que não foi grandes coisas, valeu a postura do time de Zé Ricardo.

Pois o Corinthians de Jair Ventura cozinhou o jogo, mesmo com o placar desfavorável.

E o time carioca foi sempre mais interessado no jogo.

Tentou, ao menos, superar suas limitações na criação com mais transpiração pelos lados.

Pena que peca demais nas conclusões, deficiência potencializada pela falta de boa referência no meio do ataque.

E isso explica muita coisa.

A vitória que devolve a confiança veio com o gol de Lindoso.

Mas a manutenção dos três pontos foi obra de Gatito Fernandez, com sua defesa milagrosa na última bola...

FLUMINENSE 0 x 1 VASCO.

Mais uma atuação ruim do time de Alberto Valentim que acabou premiado por um pênalti bem marcado num lance isolado.

Impressiona que depois de tanto tempo sob o comando do jovem treinador o Vasco não consiga ser um time com padrão de jogo definido.

E por isso é inoperante no ataque e hesitante em seu sistema defensivo. Limitação tática que já incomoda os próprios atletas.

Neste clássico, o Fluminense de Marcelo Oliveira esteve longe de ser perfeito.

Mas foi melhor nas especificifades ofensiva, com mais posse de bola (61,2%), mais passes certos (431) e mais finalizações (21).

Só perdeu o jogo, mesmo, porque foi ineficiente nos arremates.

Goste-se ou não do time tricolor com três zagueiros e três volantes, o fato é que o Fluminense tem padrão definido.

Ainda não está livre da degola, mas marcha firme em seus dois propósitos.

O Flamengo mesmo como visitante teve 57% de posse, o dobro de passes certos, duas vezes mais de finalizações...

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