Flamengo não deve ter CEO na gestão de Rodolfo Landim

PANORAMA ESPORTIVO: Por Diogo Dantas

O presidente eleito do Flamengo, Rodolfo Landim, deve anunciar uma estrutura profissional na administração do clube sem um diretor-geral, o chamado CEO. Hoje, o cargo é ocupado por Bruno Spindel, que segue na próxima gestão, mas não nesta função.

Depois de tratar sobre o modelo de governança com seus pares, Landim deve manter o diretor financeiro do Flamengo, Márcio Garotti, recomendado pelo ex-vice de finanças Claudio Pracownik, que levou o profissional para o clube e com quem trabalhou antes de se desligar da administração.

Foto: Gilvan de Souza
A ideia do grupo de Landim é, em vez de um CEO, ter um CFO (chief financial officer), que é o diretor financeiro - a princípio, Garotti - e um COO, termo usado para designar um diretor administrativo ou de operações, responsável por tudo no clube que não diga respeito a parte de finanças.

Hoje, o Flamengo tem, além de Bruno Spindel e de Marcio Garotti, Marcelo Helman como diretor administrativo da sede da Gávea. Ele também foi referendado por Claudio Pracownik.

Hoje, o cargo é ocupado por Bruno Spindel, que segue na próxima gestão, mas não nesta função.

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