Kfouri defende diretoria do Flamengo e vê Landim como aventureiro

JUCA KFOURI: O Flamengo vai às urnas amanhã para escolher seu presidente pelos próximos três anos.

Nos últimos seis, uma verdadeira revolução sem mecenato ou doping financeiro, sem suspeitas de lavagem de dinheiro ou certeza de agiotagem, a gestão que sai de cena mudou a cara do clube, deu-lhe a infraestrutura que merecia, equacionou a dívida que parecia impagável, mas não conquistou, no futebol, nenhum título de seu tamanho.

Sublinhe-se no futebol porque no basquete até campeão mundial foi em 2014, algo que só o Sírio de Oscar, em 1979, havia conquistado entre os clubes brasileiros.

Com o que o Rubro-Negro, assim como Barcelona e Real Madrid, chegou ao cume também no basquete.

Rodolfo Landim, Rodrigo Dunshee e Júnior - Foto: Divulgação
É, mas falhou no futebol, porque vice-campeão, com sua melhor pontuação desde a implantação dos pontos corridos, é palavrão no Brasil.

Pode ser.

Mas dar sequência à revolução, que até mudou o estatuto para estabelecer a responsabilidade fiscal na gestão, será a melhor solução.

Títulos virão.

Aventureiros têm discursos sedutores, costumam vender ilusões, arrasar trabalhos bem feitos e irem para casa com cara de tacho.

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