Para especialista, Flamengo não sentirá a falta da Caixa

TORCEDORES: Por Matheus Leal (@matheusleal1)

Gabigol? Arrascaeta? Da onde o Flamengo está tirando dinheiro para essas contratações? Como vai conseguir arcar com os salários? Essas perguntas e preocupações foram comuns nos últimos dias. Dos torcedores, rivais e até mesmo por parte da imprensa. Porém, tudo isso é fruto de um trabalho de administração e austeridade bem realizado nos últimos anos.

Se no futebol deixou a desejar por falta de títulos, nas finanças a gestão do presidente Eduardo Bandeira de Mello parece ter colocado o Flamengo nos trilhos. Um dos pontos fundamentais foi a parceria com a Ernst&Young. A empresa de auditoria foi contratada para ajudar a colocar o clube no patamar que tinha potencial de estar. E o trabalho em conjunto deu muito certo.

Arte: Lamark Morais
Em entrevista ao Torcedores.com, o sócio da EY, Pedro Daniel, que esteve envolvido em todo o processo, avaliou o investimento pesado do rubro-negro nessa janela de transferências. Segundo ele, o clube se planejou para esse momento e não há riscos.

“O Flamengo se preparou pra isso e esse é o fluxo natural. Se essas movimentações (Arrascaeta e Gabigol) fossem há três ou quatro anos, aí me preocuparia. Hoje não. Primeiro você estanca a sangria, consegue um fluxo de caixa maior e investe no time. Depois a tendência é ganhar títulos e, assim, retomar o investimento”, disse Pedro Daniel.

Um dos pontos que também tem colocado uma dúvida na cabeça dos torcedores é sobre a provável saída da Caixa. Patrocinadora master do clube nas últimas temporadas, ela rende aos cofres rubro-negros R$25 milhões por ano. Para Pedro Daniel, a perda da Caixa é ruim para o mercado em geral, porém o Flamengo se preparou bem para atrair novos investidores.

“A saída da Caixa é ruim para o mercado como um todo, mas o Flamengo se preparou pra ser atrativo. Não vou dizer que conseguirá novos investidores com facilidade, mas também não deve ser difícil. Hoje o clube tem crédito de mercado, a maior receita, a maior audiência, a maior visibilidade e, consequentemente, é mais atrativo”, analisou.

Se a Ernst&Young irá ou não continuar no clube na gestão de Rodolfo Landim ainda é uma incógnita. Inclusive pelo fato da nossa diretoria ter começado há pouco. As conversas estão sim acontecendo, mas são embrionárias até o momento.

Para Pedro Daniel, a perda da Caixa é ruim para o mercado em geral, porém o Flamengo se preparou bem para atrair novos investidores.

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