Dono da Multimarcas prefere patrocinar Fla do que time de coração

O GLOBO: A aprovação dada pelo Conselho Deliberativo ao acordo de patrocínio do Flamengo com a Multimarcas Consórcios é mais um passo na diminuição da defasagem de receitas causada pelo término dos contratos em vigor até o fim de 2018. A reunião da noite de quinta-feira, quase concomitante ao lançamento dos novos uniformes de treino e viagem, foi um rito necessário para a parceria já fechada para ocupação do espaço na barra traseira da camisa.

Olhando a geografia da camisa, a Multimarcas substitui o curso Descomplica, que se uniu ao Fla em maio passado e não renovou para este ano. Isso vai render cerca de R$ 3 milhões aos cofres rubro-negros. A empresa atua originariamente em Minas Gerais, patrocinando o Cruzeiro. O curioso é que o proprietário da empresa, Fabiano Lopes Ferreira, é conselheiro do Atlético-MG e, inclusive, foi candidato derrotado na última eleição presidencial atleticana.

Foto: Divulgação
O contrato novo está longe de resolver todas as metas para a temporada, mas, em temos de um mercado ainda retraído, é preciso valorizar cada centavo. A projeção de receitas de patrocínio é ousada: o orçamento prevê arrecadação de R$ 107 milhões na temporada . O objetivo é ganhar mais do que em 2018, quando, de acordo com o mesmo documento, o Fla embolsou R$ 101 milhões — o valor ainda será oficializado nas demonstrações financeiras, publicadas em abril.

Neste ano, o Fla já renovou contrato com a MRV, que ocupa as costas da camisa, em um acordo que lhe rende R$ 20 milhões por ano. Além dela, a Universidade do Brasil ocupa espaço pequeno na parte frontal da camisa.

Outras propriedades estão disponíveis, como as mangas e os meiões. Mas a grande lacuna é o patrocinador master. Na Gávea, não se pensa mais em Caixa Econômica, que rendia R$ 25 milhões anuais e deixou o investimento no futebol após a posse do governo Bolsonaro. O desafio é encontrar um parceiro que pague o mesmo ou até mais do que o banco estatal. Enquanto isso não acontece, o Fla joga de "peito aberto" em campo e também no mercado.

O proprietário da empresa, Fabiano Lopes Ferreira, é conselheiro do Atlético-MG e, inclusive, foi candidato na última eleição presidencial atleticana.

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