Flamengo busca culpados internamente por incêndio

O GLOBO: As investigações sobre as dez mortes no CT do Flamengo, feitas pela Polícia Civil, se debruçam inicialmente sobre testemunhas do incêndio nos módulos do alojamento da base. No clube, porém, a discussão avança também sobre a responsabilização de dirigentes e funcionários que não estão mais lá.

Em um primeiro momento, a nova diretoria, que assumiu em janeiro, recebeu o auxílio do ex-vice de patrimônio Alexandre Wrobel para dar explicações sobre a manutenção da estrutura provisória que ele inaugurou em 2010, e falar sobre a ausência de documentos. Ao lado de Wrobel, o engenheiro Marcelo Sá, funcionário da pasta deste a última gestão, também foi ouvido. Wrobel sinalizou internamente que a responsabilidade do patrimônio era com relação às obras definitivas do CT.

Rodolfo Landim se lamentando - Foto: Divulgação
Em outra frente, o clube buscou informações com Marcelo Helmann, diretor administrativo. E ligado à vice-presidência de Administração. A pasta, no segundo mandato do presidente Eduardo Bandeira de Mello, passou a assumir as questões ligadas ao Centro de Treinamento junto ao Patrimônio. Especialmente no que tange à manutenção da estrutura provisória. Helmann era considerado o “Prefeito do Ninho”.

Na ocasião, a pasta de Administração era ocupada por Claudio Pracownik, que ficou até o até o ano passado, acumulando as finanças. Antes dele, Rafael Strauch a liderava, em meio a obra na Ilha do Urubu. Depois da saída de Pracownick, Luiz Felipe Teixeira assumiu. O último vice-presidente de Administração terminou a gestão Bandeira e passou a bola para a de Landim, que nomeou Jaime Correia da Silva para o cargo.

No primeiro mandato de Bandeira, entre 2013 e 2015, Wrobel era o vice de patrimônio, mas chegou a assumir a vice-presidênvia de futebol. Wallin Vasconcelos, hoje vice de finanças de Rodolfo Landim, foi vice de Administração até o meio de 2015, quando virou candidato de oposição a Bandeira. Nesse período, o Flamengo já dispunha de estrutura provisória de contêineres sendo usados pela base como alojamento.

Até agora, a Polícia Civil já ouviu funcionários, alguns que faltam prestarão depoimentos nesta quinta-feira, mas passará também a ouvir dirigentes do Flamengo. Alexandre Wrobel e o ex-presidente Eduardo Bandeira de Mello já avisaram que estão à disposição das autoridades. A diretoria atual contratou o criminalista Ricardo Pieri para acompanhar os depoimentos dos dirigentes.

Em um primeiro momento, a nova diretoria, que assumiu em janeiro, recebeu o auxílio do ex-vice de patrimônio Alexandre Wrobel.

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