Jornalista aumenta o tom e VP do Fla deixa coletiva sobre incêndio

G1: Rodrigo Dunshee de Abranches, vice-presidente jurídico do Flamengo, compareceu à entrevista coletiva. Foi a primeira vez, desde o incêndio, que alguém da diretoria rubro-negra foi interpelado pelos jornalistas. Porém, não durou muito. Após pronunciamento inicial, o advogado se irritou com as perguntas e se retirou do local, encerrando a entrevista.

Confira as declarações de Dunshee:

- A reunião aqui foi excelente. Algumas medidas foram solicitadas. O Flamengo está voltando todo seu empenho nessas questões administrativas. E a gente entende que em um curto prazo tudo estará resolvido.

- Quero esclarecer antes de mais nada que eu sou vice-presidente jurídico do Flamengo há 30 dias antes desse lamentável acidente. Estamos tomando conhecimento de um ato administrativo, vai sentar para deliberar o que fazer ou não. A alçada de deliberação desses assuntos é o conselho diretor, formado por 16 vice-presidentes e o presidente, isso vai acontecer na segunda-feira.

- Eu não posso falar da gestão passada, mas posso garantir que o Flamengo tem interesse em atender sempre qualquer requisição das autoridades. A gente está tomando conhecimento principal dessa questão agora, acho que não seria justo exigir dessa gestão já a deliberação imediata de todas as questões.

Por que o CT não foi interditado em 2017?

- Uma decisão administrativa cabe recurso. Se eu quiser recorrer, eu vou recorrer. Estou no prazo para fazer certas coisas. Só acho que essa questão de licença é colateral. O que a gente tem de importante, o risco hoje em dia... Nós temos campos de futebol que não oferecem risco a ninguém. Então assim, as crianças não podem ir lá. Realmente está precisando melhorar muitas coisas, eu entendo.

O que a gestão passada fez?

- O Flamengo não vai ser irresponsável de falar aqui sobre questões que estão sub júdice. Não estou aqui para dizer detalhes da investigação.

Na sequência, houve muitas perguntas ao mesmo tempo. Dunshee se irritou com a forma da abordagem, se levantou e foi embora. O incêndio no Ninho do Urubu aconteceu na sexta-feira passada, e dez garotos morreram e outros três ficaram feridos. Destes, dois já receberam alta do hospital - Cauan e Francisco Dyogo - e um segue internado - Jontahan.


Após pronunciamento inicial, o advogado se irritou com as perguntas e se retirou do local, encerrando a entrevista.

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