Meyinsse fala de reencontro com a torcida do Flamengo

GLOBO ESPORTE: Jerome Meyinsse passou pelo Flamengo como um amor arrebatador. Nascido na Louisiana, o americano começou a carreira profissional no basquete argentino e desembarcou no Rio de Janeiro em 2013. Por aqui ganhou tudo. Levou o Novo Basquete Brasil, a Liga das Américas e o Mundial de Clubes em 2014. Virou ídolo. Ganhou um apelido. "Grandão". E uma torcida organizada, a "Fla-Açaí". Cinco anos depois, porém, o pivô é rival. Mas não esqueceu o Rubro-Negro, levando a sério o lema "Uma vez Flamengo, sempre Flamengo". Nesta sexta-feira, pelo San Lorenzo, ele enfrenta o AEK pela semifinal do Mundial. E o Flamengo pega o Austin Spurs. Se ambos vencerem, decidem o torneio, e ele enfrentará pela primeira vez o time que aprendeu a amar.

"Não sei como vai ser esse reencontro com a torcida do Flamengo. Tomara que pelo menos na sexta-feira tenha um pouco de apoio (risos). Mas, vai ser um sentimento um pouco diferente. Eu sinto saudades da torcida. Passei muitos bons momentos aqui. Vivo outra época. Faz parte, infelizmente"

Foto: Reprodução
Mesmo depois de deixar o Brasil, Meyinsse não se desligou do Flamengo. E do Rio de Janeiro. Sempre que pode, está na cidade de férias e revendo os vários amigos que fez. O americano frequenta o Maracanã. Na reta final do Brasileirão do ano passado, veio ver Flamengo e Grêmio, com vitória dos cariocas. Enquanto foi jogador do time, ia ao estádio praticamente em todos os jogos e tinha sua torcida organizada própria, a "Fla-Açaí. E por falar em Açaí, ele garante que já matou a saudade dele. Só um pouquinho.

"Já tomei um pouquinho no Shopping, estamos do lado de um. Com isso dá para matar um pouco a saudade. Só que dá para matar mais depois do treino"

Meyinsse sabe que o jogo que começa às 18h, com transmissão do SporTV, é difícil para o San Lorenzo. O AEK é um rival de tradição na Europa. Mas ele acredita em uma possível final. E adoraria se ela viesse diante do Flamengo, o que seria um ponto alto em sua carreira.

- Primeiro foco tem que ser na sexta-feira, para ganhar esse primeiro jogo. Se a gente enfrenta o Flamengo na final, será um sonho, porque também quero jogar contra o Flamengo. Isso seria legal para mim. Já dei meu melhor com o Flamengo. E quero ter a oportunidade de dar o meu melhor contra o Flamengo também. Isso é o esporte. Infelizmente existem trocas de time. E esse seria um bom momento na minha carreira - conta o jogador.

Com contrato com o San Lorenzo até o fim da temporada, ele não descarta uma volta ao Flamengo. Ao Rio de Janeiro. Mas sabe que neste momento o foco está apenas no Mundial, afinal de contas não é todo mundo que tem a possibilidade de ser campeão do mundo duas vezes.

"Tudo pode acontecer. Tomara que tenha muitos mais anos na minha carreira, as coisas sempre mudam. Ficaria feliz de voltar algum dia, mas no momento estou na Argentina, meu foco e meus planos estão lá"

Da Argentina, o pivô sofreu com a tragédia no Ninho do Urubu. Rubro-Negro que é, se sensibilizou. Sem encontrar palavras para descrever sua tristeza, ele mandou um recado.

- Fica uma tristeza do que aconteceu com os meninos. É muito difícil. Mas ainda porque eu não consigo expressar realmente como eu me sinto. Devastado. Não sei. Mando força para todas as famílias deles, para todas as pessoas que estão por perto. Eu não sei muito o que falar. Fico sem palavras. É de luto mesmo. Muito triste tudo isso.

E o Flamengo pega o Austin Spurs. Se ambos vencerem, decidem o torneio, e ele enfrentará pela primeira vez o time que aprendeu a amar.

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