Um Flamengo que só funciona no papel

GLOBO ESPORTE: Por Maurício Saraiva

A entrevista pós-jogo concedida por Abel Braga não guardava qualquer conexão com o que havia acontecido no campo minutos antes. O Fluminense, imerso em dívidas e salários atrasados e até por isso sem encher minimamente o espaço dedicado à sua torcida, ganhou merecendo do Flamengo. Fernando Diniz amordaçou o treinador rival com marcação alta, bola trocada no chão e muita velocidade.

O Flamengo, a quem bastava o empate, jogou constrangedoramente encolhido para cumprir pragmaticamente seu objetivo. Não parecia haver o mar de diferença técnica que de fato existia entre os times. O Flamengo não praticou esta superioridade, Seu time, tanto quanto o do ano passado, segue sendo só papel. Nada funciona, não parece haver comprometimento e sequer uma promessa de dias melhores foi feita pelos profissionais ao seu torcedor.

Gabigol, Diego e Everton Ribeiro no Flamengo - Foto: Jorge R Jorge/BP Filmes
Se jogar assim na Libertadores, o Flamengo não passa da primeira fase.

O Flamengo, a quem bastava o empate, jogou constrangedoramente encolhido para cumprir pragmaticamente seu objetivo.

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