Compare o início de Gabigol com de outros atacantes do Flamengo

GLOBO ESPORTE: Gabriel Barbosa, mas pode chamar de Gabigol. De um atacante que leva gol no apelido, a torcida do Flamengo não poderia esperar algo diferente. O novo camisa 9 da Gávea até demorou a deslanchar, passou em branco nos cinco primeiros jogos, mas já pagou com juros e correção monetária. Com cinco gols nos últimos quatro jogos, superou o início de seus antecessores com a camisa rubro-negra.

Gabigol largou atrás, mas, com cinco gols em nove jogos, tem números melhores do que Guerrero, Henrique Dourado e Uribe no início de suas trajetórias com a camisa rubro-negra. Apesar de também acumular gols perdidos, o camisa 9 está de bem com a torcida e vem cumprindo seu papel, especialmente em jogos importantes (marcou nos dois jogos da Libertadores, por exemplo).

Arte: Divulgação
Entre os centroavantes que passaram pelo Flamengo na última década, só não marcou tantos gols nos nove primeiros jogos do que Vágner Love (em suas duas passagens) -, Adriano e Alecsandro (veja no quadro abaixo).


Artilheiro do Campeonato Brasileiro em 2018, o desempenho de Gabigol no Flamengo também é melhor do que a largada de outros goleadores da Série A que desembarcaram na Gávea no ano seguinte. Como por exemplo Josiel, que fez três entre 2008 e 2009; e Dada Maravilha e Souza, que fizeram quatro em 1973 e 2007, respectivamente. E iguala o de Dimba em 2004, com cinco gols.

Estilo diferente dos antecessores
Os números, agora, o favorecem, mas Gabriel em nenhum momento foi contestado. Apesar da curta seca de gols em seus primeiros jogos, teve boas atuações e vem sendo muito participativo desde o início.

Não foram poucos os gols perdidos. Pesa a seu favor as inúmeras chances criadas por ele e para ele. Ao contrário de seus antecessores, Gabigol é um atacante de muita movimentação e que dá mais opção a quem vem de trás. Nos últimos anos, o esquema do Flamengo era contestado por não favorecer centroavantes fixos, mais presos à área, casos de Guerrero e Dourado, por exemplo.

Sintonia com a torcida
Certamente esse é um dos fatores pelo qual parte da torcida está encantada com o camisa 9. Gabriel, no entanto, também sabe, como poucos, se comunicar com o torcedor. Seja nas redes sociais, onde não se cansa de declarar-se ao Flamengo, ou no estádio, quando cada comemoração rende uma grande interação com os rubro-negros.

Contra a LDU, por exemplo, comemorou diante dos torcedores. No gol de Uribe, jogou-se nos abraços de Abel e surpreendeu o próprio treinador. O estilo vibrante agrada o torcedor rubro-negro. Talvez por isso, na internet, já tenha até vaquinha online, criada por rubro-negros, para ajudar o clube a comprar o camisa 9 em dezembro, quando acaba o empréstimo da Inter de Milão, da Itália. Até o momento, no entanto, é apenas uma brincadeira.

Com cinco gols nos últimos quatro jogos, superou o início de seus antecessores com a camisa rubro-negra.

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