Flamengo: Arrascaeta vai bem, mas sofre com falta de companhia

GLOBO ESPORTE: Coletivamente talvez haja pouco para Abel Braga aproveitar do empate com o Volta Redonda. O resultado foi ruim, e a equipe reserva apresentou limitações, embora a vitória só não tenha se concretizado devido a um gol mal anulado no fim do jogo. Há, no entanto, lições e observações a serem feitas. A atuação de Arrascaeta é uma delas. A outra, preocupante, é que o elenco é qualificado, mas curto.

Em um time pouco entrosado e repleto de garotos, o uruguaio destacou-se. Impressionou a facilidade do camisa 14 em distribuir lançamentos certeiros e passes verticais no último terço do campo. No primeiro tempo, ao menos cinco lances de perigo nasceram de seus pés. Se os atacantes estivessem com a pontaria um pouco mais calibrada, Arrascaeta sairia consagrado do Maracanã.

Arrascaeta se lamentando no Flamengo - Foto: Alexandre Vidal
Não foi o que aconteceu. O uruguaio flutuou com liberdade, ora centralizado, ora pela esquerda. Faltou-lhe, no entanto, companhia. Nas pontas, os jovens Vitor Gabriel e Lucas Silva fizeram partidas bem discretas. Fernando Uribe não estava em um bom dia. Daí, outra lição para Abel Braga. Apesar de ter elogiado a entrega do time, fica claro que o Flamengo tem um elenco curto para uma temporada desgastante e com o desafio de brigar em várias frentes.

Improvisações de Abel
Obviamente, os desfalques de Vitinho, Berrío, Lincoln, César e Rhodolfo enfraqueceram o segundo time. Mas se a ideia é rodar o elenco ao longo da temporada, especialmente no segundo semestre, quando o calendário aperta com jogos decisivos de Brasileiro, Libertadores e Copa do Brasil, o Rubro-Negro ainda carece de peças.

A garotada rubro-negra, ao longo dos últimos anos, provou que pode ser muito útil. Há, no entanto, um limite. Se a ideia é ter dois times fortes para disputar todas as competições, seria aconselhável lançá-los aos poucos, e não todos de uma vez.

Há carências no elenco, como a necessidade de mais um zagueiro. E o jogo deste sábado expôs isso. Hugo Moura, mais uma vez, foi improvisado na zaga. Os laterais Rodinei e Trauco terminaram o jogo quase como atacantes, devido à falta de opções ofensivas no banco.

- Em algum momento vamos precisar dos garotos. Não adianta. Temos um grupo de 28 ou 29, mas tivemos contusões do Vitinho e do Berrío - analisou Abel.

Não foi o que aconteceu. O uruguaio flutuou com liberdade, ora centralizado, ora pela esquerda. Faltou-lhe, no entanto, companhia.

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