Flamengo espera anunciar patrocinador master nos próximos dias

O GLOBO: Com uma projeção de receitas de patrocínio de R$ 107 milhões na atual temporada, a diretoria do Flamengo corre contra o tempo para fechar novos acordos nos próximos dias, e atingir quantias superiores às da última gestão. A principal meta é anunciar um novo patrocinador master para o lugar da Caixa Econômica, que pagava R$ 25 milhões anuais ao clube, e saiu após a eleição do presidente Jair Bolsonaro.

O alvo principal também é um banco, mas particular, e online. Vários nomes foram especulados, entre eles do Banco Inter, parceiro do São Paulo, que negociou com a diretoria anterior. No entanto, a gestão de Rodolfo Landim aguarda as últimas reuniões para divulgar o novo acordo, que prevê pagamento anual superior ao valor da Caixa Econômica.

Desde a tragédia que deixou dez jovens mortos no Ninho do Urubu, a diretoria do Flamengo recuou nas negociações de patrocínio, para primeiro tentar fechar os primeiros acordos com as famílias das vítimas e limpar a sua imagem.

Everton Ribeiro comemorando gol do Flamengo - Foto: Alexandre Vidal
Em janeiro, o Flamengo já havia renovado contrato com a MRV, que ocupa as costas da camisa, em um acordo que lhe rende R$ 20 milhões pelos próximos dois anos. Além dela, fechou novo contrato com a Universidade do Brasil, que ocupa espaço pequeno na parte frontal da camisa, por R$ 3,7 milhões.

Novidade da nova gestão mesmo foi o acerto com a Multimarcas Consórcios, empresa focada no ramo de imóveis e veículos, que estampa a marca por R$ 6 milhões na parte de trás da camisa, abaixo do número, onde antes estava a Yes!.

Além da Caixa, o Flamengo perdeu recentemente a parceria com a Carabao, marca tailandesa de bebidas energéticas que teve dificuldades no mercado brasileiro e rompeu o acordo de patrocínio, inclusive parcelando pagamentos pendentes.

Entre 2017 e 2018, o clube recebia cerca de R$ 100 milhões: R$ 25 milhões da Caixa (master), R$ 15 milhões da Carabao, que passou para R$ 10 milhões em 2018 (ombros) R$ 7 milhões da MRV (costas superior), R$ 6 milhões da Yes! (abaixo do número), R$ 4 milhões da Tim (dentro do número), R$ 3.7 milhões da Universidade Brasil e cerca de R$ 1,5 milhão da Kodilar, (meiões). Fora o aporte anual da fornecedora de material esportivo, a Adidas, de R$ 40 milhões.

Na base, a diretoria anterior tinha encaminhado um acordo com a Ortopride, empresa de saúde dental, por R$ 4,5 milhões em três anos. A marca ficaria exposta nas camisas de jogo e treinamento. Com a nova gestão, a negociação estacionou, mas ainda não foi descartada. Está mantido, por enquanto, o acordo com o colégio GPI.

Vários nomes foram especulados, entre eles do Banco Inter, parceiro do São Paulo, que negociou com a diretoria anterior.

Postar um comentário

[facebook]

FlamengoResenha

{facebook#https://www.facebook.com/xresenhacrf} {twitter#https://twitter.com/FlaResenhaNews} {google-plus#https://plus.google.com/u/0/107993712547525207446} {youtube#https://www.youtube.com/channel/UCiHkjDj2ljgIbiv_zUvdG6g/videos}

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Tecnologia do Blogger.
Javascript DisablePlease Enable Javascript To See All Widget