Muricy avalia situação do Fla e diz que técnicos "têm" que poupar

SPORTV: No domingo, um Fla-Flu como o Flamengo com força máxima e o Fluminense com reservas. Três dias depois, pode acontecer o inverso no clássico da semifinal da Taça Rio. Isso porque o Rubro-Negro já está garantido na semifinal geral do Campeonato Carioca e tem jogo da Libertadores semana que vem. No programa "Bem, Amigos!" desta segunda-feira, o ex-técnico Muricy Ramalho entrou nesse debate e aprovou a decisão de poupar jogadores, ponderando ainda que as torcidas atualmente já têm uma aceitação maior em relação à sua época:

– No meu tempo de treinador, não é tanto tempo atrás, mas se criticava muito quando a gente ia fazer um time não reserva, mas poupar alguns jogadores. Porque já estava aumentando a velocidade, a quilometragem, e as pessoas não entendiam. Mas parece que hoje aceitam isso. Porque existe o estudo, o jogador hoje, com a intensidade do jogo, não tem como jogar a quantidade de jogos que há no Brasil. Tem time que faz 80 jogos, é impossível. Por mais que os jogadores sejam preparados, não aguentam. O ritmo é cada vez mais alto. As pessoas que dirigem o futebol, treinadores, preparadores físicos e fisiologistas, chegaram à essa conclusão e estão fazendo o correto. Tem que mesclar. (...) Eu entendo os treinadores, sei que é chato não ver o time principal jogando, mas a gente tem que entender que se não fizer isso não vai aguentar.


O apresentador Luís Roberto fez coro a Muciry e acredita que a torcida do Flamengo vai aceitar até mesmo um time alternativo em uma eventual final de Taça Rio no próximo domingo, uma vez que o Rubro-Negro joga na quarta-feira da semana contra o Peñarol, do Uruguai, pela Libertadores. E ele elogiou a força da equipe "reserva" de Abel Braga:

– Se você fizer um 11 "reserva" do Flamengo: César, que nos jogos que fez ano passado e esse ano está agarrando muito; se você colocar Rodinei, Rhodolfo, Thuler e Trauco, que vai estar de volta da seleção peruana; Ronaldo, partindo do princípio que o Cuéllar é o titular, mas poderia ser invertido porque o Cuéllar não chega para quarta-feira; mais um volante: Hugo Moura; aí você tem Vitinho, Arrascaeta, Berrío e Uribe. É um time. Então se o Flamengo na final no domingo, isso se passar, depende do Fla-Flu, mas se colocar esse time pensando na quarta-feira, eu estou tendendo a achar que o torcedor talvez entenda.

Ídolo do Flamengo, Júnior por sua vez retrucou:

– Qual é a prioridade? O treinador em algum momento com a sua comissão técnica, com a direção: "Qual é a nossa prioridade?"

E apesar de concordar com a decisão de poupar, Muricy enxergou o Flamengo em um dilema:

– Essa pergunta é difícil de responder para o dirigente. Quando diz que o Carioca não é importante, na hora que perde é importante. (...) No futebol brasileiro, a prioridade é ganhar amanhã.

E apesar de concordar com a decisão de poupar, Muricy enxergou o Flamengo em um dilema.

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