Afinal, qual o esquema de jogo do Flamengo?

LANCE: Fabio Chiorino e Rodrigo Borges

Uma confusão de bons jogadores. O Flamengo que deixou o Equador com uma derrota contra a LDU é cada vez menos imune a críticas, mesmo poucos dias depois do título estadual. Quantos times no futebol brasileiro têm tanta fartura de opções na criação de jogadas e no ataque? Com o nível do Flamengo, que até outro dia se dava ao luxo de ter Arrascaeta no banco, nenhum. Mas nem mesmo Bruno Henrique em grande fase, Gabigol consistente, ou Everton Ribeiro ditando o ritmo transformaram este amontoado valioso em um time, de fato.

Com o Brasileirão batendo à porta, Abel Braga já teve tempo suficiente para montar um esquema que dependa menos do talento de peças individuais e mais de um coletivo afinado.

Bruno Henrique, do Flamengo, comemorando gol contra LDU - Foto: Alexandre Vidal
Se um abismo separa o Flamengo de seus rivais no Rio, ainda falta bastante para se consolidar no cenário nacional como um todo. Os seguidos vexames na Libertadores e campanhas que foram da empolgação à frustração no Brasileiro colocam o clube em xeque quando deixa o seu quintal. Agora, na última rodada da fase de grupos, jogará sua sorte na competição sul-americana em uma dura partida fora de casa contra o Peñarol. A liderança momentânea em seu grupo representa muito menos do que o desequilíbrio que se vê em campo.

Abel já teve tempo suficiente para montar um esquema que dependa menos do talento de peças individuais e mais de um coletivo afinado.

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