Com média de 42 mil, Fla teve prejuizo de R$ 504 mil no Carioca

ESPN: Fim do Campeonato Carioca. Em campo, o título ficou com o Flamengo, mas nas finanças o clube rubro-negro permaneceu bem atrás. No saldo das bilheterias de seus 17 jogos no Estadual, um prejuízo de pouco mais de meio milhão: exatos R$ 504.782,68 no vermelho.

O sorriso, uma vez mais, continuou com a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ). Apenas com a arrecadação de taxas de cerca de 10% da renda bruta em cada partida envolvendo os quatro grandes clubes cariocas, a entidade embolsou R$ 2.037.447,90.

Entre os gigantes do Rio, o outro finalista, Vasco, foi quem teve o menor prejuízo, de cerca de R$ 23 mil. Fluminense (- R$ 558 mil) e Botafogo (- R$ 1,6 milhão) engrossam a maré vermelha e comprovam que, sem as cotas de TV, o Carioca é extremamente deficitário.

Torcida do Flamengo - Foto: Alexandre Vidal
Dos seus 17 jogos, o Flamengo teve prejuízo em oito. O Vasco, em 12 de seus 18 jogos na competição. Como manda as partidas em estádio próprio, São Januário, o Cruz-Maltino conseguiu reduzir as despesas nos jogos. Além disso, disputou um clássico em Brasília contra o Fluminense, o que lhe gerou uma cota fixa de R$ 250 mil.

Campeão carioca e da Taça Rio, além de ter ficado entre os quatro primeiros da Taça Guanabara, o Flamengo embolsou R$ 4,65 milhões como premiação. Já o Vasco, campeão da Taça Guanabara e finalista da Taça Rio e do Estadual, levou R$ R$ 2,65 milhões como bonificação.

No primeiro jogo da gestão Fla-Flu no Maracanã, mudança apenas no aluguel
A finalíssima do Campeonato Carioca marcou o primeiro jogo do Maracanã sob a gestão da dupla Fla-Flu, que assumiu o estádio no último dia 19 de abril. A rigor, apenas uma mudança clara em relação ao último jogo do Flamengo no estádio pelo Carioca, a semifinal contra o Fluminense. O aluguel caiu de R$ 187 mil para R$ 90 mil, valor da nova taxa fixa.

As despesas gerais, no entanto, permaneceram no mesmo patamar, como "cotas de consumo" (R$ 150 mil em ambos os jogos), "custo operacional" (R$ 340 mil no Fla-Flu e R$ 360 mil na final) e "custo infraestrutura" (R$ 99 mil em ambos).

A pouca diferença na nova gestão do Maracanã tem um motivo: Flamengo e Fluminense não tiveram tempo hábil para renegociar contratos com empresas terceirizadas, como nos setores de limpeza e segurança. Como se tratava de um jogo de grande porte, uma final, os acordos foram mantidos para não colocar em risco a operação do estádio justamente no cartão de visitas da dupla.

Um dado curioso dos dois jogos da final do Campeonato Carioca foi a socialização do prejuízo do primeiro jogo, no Engenhão. Disputado no Estádio Nilton Santos por opção do Vasco, a partida deu prejuízo de R$ 320 mil, divididos de forma equivalente pelos rivais.

Já a partida de volta, no Maracanã, deu lucro de R$ 672 mil. Os vascaínos levaram R$ 336 mil para casa, enquanto os rubro-negros permaneceram com cerca de R$ 329 mil, já que o clube é o único que paga do próprio bolso os exames antidoping no Carioca, no valor de R$ 6.200 em cada uma das 17 partidas disputadas.

Dos seus 17 jogos, o Flamengo teve prejuízo em oito. O Vasco, em 12 de seus 18 jogos na competição.

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