Flamengo com um pé e meio lá

MAURO BETING: O Engenhão com pouca gente viu pouco Vasco na decisão e enfim um Flamengo mais confiável e condizente com o investimento feito. Um time que pôde deixar Diego no banco e escalar o melhor Arrascaeta da temporada para fazer com o oportunista Bruno Henrique um 2 a 0 que seria mais não fosse Fernando Miguel. E a infeliz interpretação da regra do impedimento pela arbitragem que, mesmo com o VAR, não entendeu bem a ação de Werley que habilitava BH para marcar o terceiro que praticamente definiria o RJ-19. Ainda mais com o duríssimo jogo vascaíno na quarta-feira em Santos, pela Copa do Brasil.

O Flamengo jogou muito mais e também não deixou o Vasco jogar. Marcou alto e anulou a saída rival. Arão blindou Lucas Mineiro. Mesmo quando a bola passava pelo primeiro bloqueio, o Vasco errou demais. Criou quase nada além de uma cabeçada de Marrony no travessão. Até porque Pikachu mais correu do que jogou, Máxi López foi esquecido e pouco fez, e Bruno César deixou tudo mais lento e lerdo.

Gabigol, Bruno Henrique e Everton Ribeiro, jogadores do Flamengo - Foto: Celso Pupo / Fim de Jogo
Se no primeiro tempo o nervosismo coletivo deve ter atrapalhado, na etapa final só deu Flamengo. Ao todo foram 23 conclusões contra apenas cinco vascaínas, pelas contas do Footstats. E a melhor atuação rubro-negra em 2019. Também pela troca de funções do quarteto ofensivo, bem amparado por Arão, com a vigilância de Cuellar.

Gabriel saiu do comando de ataque e foi atacar pela direita, onde jogava muito com Ricardo Oliveira no Santos de 2015. Everton Ribeiro foi de lá para seguir armando muito bem, por dentro na função de Diego. Arrascaeta entrou pela esquerda e cortando por dentro, onde se sente mais confortável. O artilheiro do RJ-19 Bruno Henrique foi ser a referência na frente. E tudo isso também foi bastante dinâmico. Com mudanças de rota e de posição que atrapalharam o Vasco.

Foi 2 a 0 e poderia ter sido ao menos três se não fosse mal anulado o que seria o segundo dos três de BH. Lance que pra mim não foi uma defesa deliberada do zagueiro vascaíno. Pelo novo texto da regra 11, a "defesa deliberada" é quando um jogador deliberadamente "tenta jogar a bola que vai em direção ou que está muito próxima de sua meta, com qualquer parte do corpo, exceto com as mãos, a menos que seja o goleiro em sua própria área de pênalti".

Apesar de a bola estar próxima da meta vascaína, o tiro iria pra fora. Na minha interpretação, ele não estava salvando um gol. Logo, ao errar o chute, Werley habilitou o atacante do Flamengo.

Pra mim, gol legal.

E, pra mim, pela semana de treinos pra Abelão, e pelo compromisso duro em Santos, as chances vascaínas são ainda menores de reversão.

O Flamengo jogou muito mais e também não deixou o Vasco jogar. Marcou alto e anulou a saída rival. Arão blindou Lucas Mineiro.

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