Flamengo goleia na Libertadores em ritmo de Estadual

MAURO CEZAR PEREIRA: Parecia um Flamengo x Americano, Boavista ou Cabofriense. O San José sem o reforço da altitude de Oruro (3.735 metros) é ainda mais fraco, obviamente, mas além disso bem ingênuo. E o segundo gol rubro-negro, de Éverton Ribeiro, funcionou como um atestado de inocência do time boliviano.

Aos 3 minutos de peleja Diego fez 1 a 0, aos 5 houve a expulsão de Toco, ainda assim o time da Bolívia empatou (houve impedimento de Sanguinetti não assinalado no lance). Deveria se resguardar, mas concedeu ao Flamengo todo o campo na jogada do segundo tento rubro-negro.

Arrascaeta no Flamengo - Foto: Alexandre Vidal
Na etapa final, o de sempre, qualidade individual, conjunto desajustado, vulnerabilidade defensiva e ações de ataque apoiadas basicamente na capacidade dos atletas, como na ótima combinação dos excelentes Everton Ribeiro e Arrascaeta, destaques da partida, no terceiro gol. E muitas chances desperdiçadas, como contra o Madureira, na Taça Rio.

Foram 27 finalizações, 14 no alvo, 19 do interior da área, pelos números do Footstats. Para enfrentar os times fraquinhos do Estadual, esse futebol foi o bastante, tanto que está na final, contra o Vasco. Mas na Libertadores o último "Americano" pelo caminho deverá ter sido mesmo o San José.

E o segundo gol rubro-negro, de Éverton Ribeiro, funcionou como um atestado de inocência do time boliviano.

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