Flamengo mostra força em noite de um Bruno Henrique reinventado

GLOBO ESPORTE: As críticas pelo desempenho coletivo permanecem. O Flamengo carece de constância. Mas após uma vitória como o 3 a 1 sobre o Cruzeiro há de se valorizar o que deu certo. Há de se valorizar Bruno Henrique e as escolhas de Abel por trás deste sucesso.

Diante do até então único time invicto da Série A na temporada, o treinador rubro-negro manteve sua convicção na distribuição do quarteto ofensivo. Bruno Henrique, Gabigol, Arrascaeta e Everton Ribeiro repetiram o posicionamento que não deu certo em Quito. A performance, por sua vez, foi diferente.

No primeiro tempo, o que se viu ainda foi um Flamengo desarrumado e com os homens de frente buscando o melhor espaço no campo. Bruno Henrique como centroavante foi a exceção. Mas falaremos bastante disso depois.

Bruno Henrique durante Flamengo x Cruzeiro - Foto: Alexandre Vidal
Arrascaeta teve atuação apagada contra o ex-time, Éverton Ribeiro tentava organizar as ações na base do talento individual, e Gabigol muitas vezes afunilava para se sentir mais confortável. Foram 45 minutos ruins, mas o 1 a 1 permitiu que o Flamengo se arrumasse.

Com o lado direito da defesa bem protegido - principalmente graças ao onipresente Cuellar -, Gabigol não precisou voltar tanto e teve fôlego para dialogar com Pará e Arão no ataque. O atacante pareceu mais solto e o Flamengo virou. Gol de quem? Bruno Henrique.

Aí, vamos falar dos acertos de Abel com o camisa 27. Primeiro, foi ele o único reforço pedido nominalmente pelo treinador, que insistiu pela contratação mesmo diante do jogo duro do Santos. Os 11 gols em 17 jogos mostram que estava certo.

Abel viu ainda em Bruno Henrique características de centroavante. E o jogador se adaptou bem ao novo posicionamento. Veloz, dá opção aos companheiros, tem o timing no chamado facāo e impressiona no jogo aéreo.

Com oito finalizações e três faltas recebidas, foi além dos dois gols na partida contra o Cruzeiro. Está à vontade como homem de área. Mérito de Abel.

Por mais que o Flamengo ainda tenha muito a evoluir, a vitória sobre o time de Mano Menezes foi incontestável e deve ser tratada como tal. Os números são claros: 16 finalizações contra duas; Sete chances de gol contra uma; e 59% de posse de bola.

O Flamengo de Abel e Bruno Henrique não deu show, mas foi competitivo contra um rival direto na briga pelo título. Mais do que isso: mostrou força na abertura do Brasileiro.

No primeiro tempo, o que se viu ainda foi um Flamengo desarrumado e com os homens de frente buscando o melhor espaço no campo.

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