Na despedida de Juan, Fa encara Cruzeiro na estreia do Brasileiro

UOL: Um começo e um fim vão desfilar lado a lado na noite de hoje (27), no Maracanã, às 21h. Ao mesmo tempo que o duelo com o Cruzeiro representa o primeiro passo da caminhada do Flamengo no Campeonato Brasileiro, será o adeus do zagueiro Juan, um dos grandes ídolos do Rubro-Negro. Aos 40 anos, quase três décadas depois de pisar pela primeira vez na Gávea, o camisa 4 se despede dos gramados para iniciar uma nova vida, desta vez, fora das quatro linhas.

Com o apito inicial, terminará também um capítulo da história de um jogador que marcou época não só no Flamengo, mas também com a camisa da Roma (ITA), Bayer Leverkusen (ALE), Internacional e seleção brasileira. Optou, porém, para voltar para casa e dar um ponto final justamente onde começou a escrever a vitoriosa trajetória.

Foto: Divulgação
E os troféus, ponto máximo da carreira de um jogador, tinham o tratamento merecido. Afinal, Juan atuava "de terno", como os torcedores costumam falar. A taça era o Oscar e o gramado o tapete vermelho do zagueiro que tem no currículo Copa América, Copa das Confederações, Mercosul, Copa dos Campões, Copa da Itália, Campeonato Gaúcho, Campeonato Carioca e por aí vai. No último domingo, levantou o troféu do Carioca, em um Maracanã lotado de rubro-negros eufóricos por mais uma conquista. Com um sorriso largo no rosto, fez o gesto que fez o estádio explodir de alegria e os presentes gritarem "É campeão" em tom de "obrigado".

" Aproveitar a noite especial, o máximo possível com time e companheiros. É um jogo importante para o Flamengo. Será meu último contato com a torcida do Flamengo como jogador. Tem tudo para ser uma noite especial", disse o jogador, ontem (26).

Quase uma semana após o êxtase, porém, o cenário é diferente. O último ato de Juan como jogador de futebol será com um Flamengo necessitando da vitória para dar uma reposta rápida à torcida, irritada após a derrota para a LDU, do Equador, na última quarta-feira, que deixou a classificação para as oitavas da Libertadores em risco.

O revés em Quito, por sinal, fez com que o técnico Abel Braga reavaliasse a estratégia de usar time reserva e aguarda a avaliação da comissão para definir o time que vai a campo. Certo é que não terá o goleiro Diego Alves, que se recupera de lombalgia.

Carreira de Juan

Juan começou a carreira no Flamengo, onde chegou aos 11 anos, com o goleiro Julio Cesar, de quem é amigo até hoje. A estreia no profissional aconteceu em julho de 1996, em um amistoso contra a Desportiva Ferroviária (ES), sob o comando de Joel Santana. O primeiro jogo oficial foi diante do Atlético-MG, no Maracanã.

No Rubro-Negro, ganhou o Carioca de 1999, 2000 e 2001, a Mercosul de 1999 e a Copa dos Campeões de 2001.

Em 2002, transferiu-se para o Bayern Leverkusen, da Alemanha, onde ficou até 2007, quando foi para a Roma. Na Itália, marcou época. No clube da capital italiana, ficou de 2007 até 2012, conquistando a Copa da Itália 2007/2008 e a Supercopa da Itália de 2007.

Em 2012, retornou ao Brasil, acertando com o Internacional. Em Porto Alegre, conquistou o tricampeonato do Gaúcho em 2013, 2014 e 2015. No ano seguinte, retornou ao Flamengo, clube onde foi criado, e esteve nas conquistas do Carioca de 2017 e deste ano.

Na seleção brasileira, o zagueiro foi bicampeão da Copa América (2004 e 2007) e bi da Copa das Confederações (2005 e 2009).

Com o apito inicial, terminará também um capítulo da história de um jogador que marcou época não só no Flamengo.

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