Presidente do Vasco teme fiasco em final contra o Flamengo

GILMAR FERREIRA: Como médico ortopedista que viveu profissionalmente por mais de 30 anos o ambiente no vestiário de um clube de futebol, o presidente do Vasco Alexandre Campello está cansado de saber que quando um técnico perde a confiança dos jogadores o desempenho do time cai de forma vertiginosa até que haja troca no comando.

Portanto, como ele conhece como poucos os efeitos dessa rebelião surda, fria e cirúrgica, é possível que tenha consciência plena dos riscos que o Vasco corre às vésperas de uma final contra o Flamengo, seu maior rival.

Porque não conheço um só vascaíno que não veja de forma clara a queda de produção do time de Alberto Valentim.

Mais, até: são muitos os que temem por uma goleada nos 90 minutos finais do clássico deste domingo, confronto que os rubro-negros já vencem por 2 a 0.

Lincoln durante Flamengo x Vasco - Foto: Alexandre Vidal
Geralmente, neste momento, quando se percebe que o treinador está perdido em meio à mediocridade do time, não há outra saída senão a troca de quem o dirige.

Principalmente quando, de forma escancarada, percebe-se que ele já não tem mais como mexer com os brios.

E Campello sabe disso.

Valentim deu ao Vasco um sistema defensivo que funcionou muito bem com sete jogadores no sistema defensivo: goleiro, dois laterais, dois zagueiros e dois volantes.

Desta forma, precisamente até o primeiro 1 a 1 com o Flamengo, em março, o time sofreu seis gols em 12 jogos.

Porém, da vitória de 3 a 2 sobre o Avaí à derrota de 2 a 0 para o Santos, ambos pela Copa do Brasil, o time fez dez jogos e levou 12 gols.

Neste período, ele fez experiências na cabeça-de-área, trocou um meia por um atacante e perdeu quatro jogos, dissabor que não teve em suas 13 primeiras partidas.

O time, que apesar de não ter consistência ofensiva, avançava graças a sua força defensiva, passou a evidenciar o quanto é medíocre.

E não apenas na qualidade técnica dos jogadores, mas na filosofia de jogo do treinador.

E bastou que tivesse pela frente camisas de peso com as quais se defrontará no Brasileiro para enxergarmos que, conceitualmente, é o mesmo Vasco que esteve muito próximo de consolidar seu quarto rebaixamento em dez anos.

E isso esvazia todo o bom trabalho que a atual diretoria possa estar fazendo para sanear as finanças do clube.

Campello, se tivesse gente competente na gestão do departamento, já teria resolvido a questão da forma mais simples.

Como é sozinho, vai esperar que Deus o ajude a amenizar os estragos de mais um fiasco...

São muitos os que temem por uma goleada nos 90 minutos finais do clássico deste domingo, confronto que os rubro-negros já vencem por 2 a 0.

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