Flamengo diminui custos, mas aumenta valor do ingresso

O GLOBO: Diogo Dantas

A principal razão para o Flamengo reivindicar a gestão do Maracanã era maximizar receitas e reduzir as despesas, além de voltar para a casa que a torcida chama de sua. Quase dois meses depois de assinar como permissionário ao lado do Fluminense, junto ao Governo do Estado, o clube da Gávea liderou a renegociação de custos dos fornecedores do estádio, mas também elevou valores cobrados ao público.

A partida contra o Athletico-PR é a primeira em que o setor Norte custará mais caro que o setor Sul e Leste. Setenta reais para o público geral, contra R$ 40 e R$ 60, respectivamente. A diretoria do Flamengo foi procurada para explicar qual a estratégia para o setor mais popular do estádio, mas não comentou. Os vice-presidentes Gustavo Oliveira e Luiz Eduardo Baptista, o Bap, são apontados como os responsáveis pela nova política.

Foto: Divulgação
A mudança dos preços pelo departamento de marketing fez com que algumas torcidas organizadas se mobilizassem para ocupar o setor Sul, não mais o Norte, em forma de protesto. Entre elas, a Nação 12. Que se manifestou. Fla-Manguaça e Raça Rubro-Negra também reclamaram nos bastidores.

"A alteração na precificação dos ingressos chegou ao absurdo de cobrar mais caro de quem se dispõe a apoiar o time, abusam da boa fé do torcecor, ignora o passado como se uma curva de oferta e demanda se ajustasse melhor à nossa torcida do que a paixão que sentimos pelo Flamengo", disse, em nota, a Nação 12.

Segurança mais barata

Em outra frente, a diretoria do Flamengo, através dos funcionários Bruno Spindel e Severiano Braga, ao lado do diretor de marketing do Fluminense,  Lawrence Magrath, diminuiu em até 15% os custos dos fornecedores do Maracanã. Houve redução principalmente na parte de segurança, ambulâncias e postos médicos, que são os custos mais altos

Mas todos os prestadores reduziram seus serviços. Uns mais, outros menos. O efetivo de segurança e médicos está mantido no quadro móvel. O Flamengo solicitou uma cotação no mercado e conseguiu um novo reajuste dos fornecedores com muita negociação. A tese é que as empresas poderiam lucrar mais com o Flamengo no Maracanã em jogo e outros eventos.

A mudança dos preços pelo departamento de marketing fez com que algumas torcidas organizadas se mobilizassem para ocupar o setor Sul.

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