Jesus busca equilíbrio entre jogo bonito e eficiência no Flamengo

LANCE: Fabio Chiorino e Rodrigo Borges

"Quem joga e quem treina o Flamengo tem que saber que só ganhar não basta. É preciso mais. A torcida exige mais do que somente a vitória".

A declaração do português Jorge Jesus, apresentado ontem como técnico rubro-negro pode ser analisada sob duas óticas. A falta de um futebol convincente foi determinante para a queda de Abel Braga. O resultado não foi o fator crucial, já que deixou o comando com 64% de aproveitamento. Entretanto, também é fato que faltou pragmatismo ao Flamengo nos últimos anos. A torcida acostumou-se a se empolgar em momentos da temporada e chegar a dezembro desiludida pela falta de títulos de expressão.

Jorge Jesus, treinador do Flamengo - Foto: Alexandre Vidal
Jesus é um dos treinadores mais vitoriosos de Portugal e por suas mãos já passaram diversos jogadores brasileiros, o que pode ajudar a encurtar o tempo de adaptação - além, claro, da facilidade com a língua. Entretanto, o maior desafio será encontrar o ponto de equilíbrio entre o futebol plástico que se cobra deste time com a eficiência que há muito não se vê.

Classificado para as oitavas de final da Libertadores, para as quartas de final da Copa do Brasil e entre os primeiros do Campeonato Brasileiro, Jesus tem o prato cheio para promover a revolução que ele mesmo propagou no dia em que foi apresentado a uma nação sedenta pela glória.

O maior desafio será encontrar o ponto de equilíbrio entre o futebol plástico que se cobra deste time com a eficiência que há muito não se vê.

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