Espanholização do futebol brasileiro está longe

BLOG DO PVC: Dois dias depois de o presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, voltar a dizer que Flamengo e Palmeiras eram candidatos a tudo, que nos próximos anos haverá hegemonia, de muita gente discutir se haverá espanholização do futebol brasileiro, os dois clubes mais ricos do país foram eliminados da Copa do Brasil.

O Flamengo jogou melhor do que o Athletico Paranaense na maior parte do jogo do Maracanã. Teve o controle da bola e as principais chances de gol. Mas, a partir do meio do primeiro tempo, o Furacão mostrou mais paciência para trocar passes e velocidade para explorar as costas dos laterais.

Gabriel fez o primeiro gol aos 18 do segundo tempo, depois de boa jogada de Vitinho e desvio de Éverton Ribeiro, de cabeça. A segunda etapa teve mais equilíbrio do que a primeira e o Athletico finalizou mais vezes, oito a seis. Fez o gol num lindo passe de Bruno Nazário, que havia entrado na vaga de Nikão. Seguiu construindo boas jogadas, mas o empate por 1 x 1, resultado repetido da semana passada, levou a decisão para os pênaltis.

Rafinha, do Flamengo contra o Athletico-PR - Foto: Alexandre Vidal
Fábrica de vilões, as penalidades puniram as péssimas cobranças de Diego e Vitinho e premiou o excelente goleiro Santos, que defendeu o chute de Éverton Ribeiro. O Athletico está nas semifinais pela primeira vez desde 2013.

Também nos pênaltis foi a eliminação do Palmeiras, repetição do que aconteceu no Campeonato Paulista. Também repetiu-se o fato de Dudu não tomar posse de sua cobrança. O vilão do Beira-Rio foi Moisés, que entrou no intervalo no lugar de Lucas Lima, outra vez apagadíssimo.

O Internacional mereceu a classificação, porque foi melhor durante os noventa minutos. Controlou a posse de bola, finalizou mais, explorou a dificuldade palmeirense de manter a bola no campo de ataque. Isto tudo, apesar de maior estabilidade palmeirense depois da entrada de Willian no lugar de Zé Rafael, aos 13 minutos.

O árbitro Rafael Traci foi extremamente inseguro para marcar e depois anular pênalti de Edenílson em Felipe Melo. A impressão, de fato, foi de que Edenílson não tocou a perna esquerda de Felipe Melo. Depois, validar e anular gol de cabeça de Victor Cuesta, por falta sobre Felipe Melo.

Pelo jogo inteiro, o Internacional mereceu a vaga.

Reforça-se o equilíbrio da temporada brasileira, um enorme enduro de resistência.

A frustração de Flamengo e Palmeiras, no entanto, pode dar mais fôlego para seguir na Libertadores e no Brasileirão, prioridades para as duas torcidas.

O Internacional segue sonhando com seu segundo troféu de Copa do Brasil. O Athletico Paranaense quer sua primeira taça.

A frustração de Flamengo e Palmeiras, no entanto, pode dar mais fôlego para seguir na Libertadores e no Brasileirão, prioridades para as duas torcidas.

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