Torcida do Flamengo vive nova frustração no Maracanã

GLOBO ESPORTE: Estava tudo armado para mais uma festa do Flamengo no Maracanã lotado. Mas os 69.980 torcedores que foram ao estádio e iniciaram a noite festejando o técnico Jorge Jesus com os gritos de "Olê, olê, olê, olê, mister, mister" e fumaça vermelha e preta, se despediram da Copa do Brasil com vaias. No antigo recorde de público deste ano, contra o Peñarol (66.716 presentes), os rubro-negros também se frustraram com um resultado negativo.

Durante toda a partida, os torcedores demonstraram apoio. A parte da hostilidade ficava reservada apenas para o árbitro Hilton Pereira Sampaio, que revoltou tanto os jogadores quanto a torcida. Na disputa de pênaltis, a defesa de Diego Alves em uma das cobranças deu uma ponta de esperança, mas o aproveitamento ruim dos batedores prevaleceu.

Torcida do Flamengo com fumaça no Maracanã - Foto: Divulgação
Diego, Vitinho e Everton Ribeiro erraram as cobranças. Cuéllar foi o único a acertar. O peso maior caiu em cima do camisa 10, que fez a primeira cobrança e desperdiçou com um chute fraco no meio do gol, defendido com facilidade pelo goleiro Santos. O capitão foi hostilizado por parte da torcida.

- A dor aqui no peito tá muito grande. Mas tenho que seguir em frente. De repente as coisas não acontecem como gostaríamos, é difícil. Temos que viver, assimilar - disse Diego.

Apesar das feridas expostas, não há tempo para muitas lamentações. No domingo, o time já tem compromisso em São Paulo contra o Corinthians. Na próxima quarta-feira, o Flamengo viaja até o Equador para começar a decidir com o Emelec uma vaga nas quartas de final da Libertadores. O desejo é de que a cota de frustrações tenha acabado.

O que disseram outros jogadores:

Rodrigo Caio: "É difícil digerir, mas acho que fizemos um bom jogo e tivemos as melhores chances. Nas penalidades, não estávamos em um dia bom. Foi isso. Ficamos tristes, queríamos muito essa competição. Mas temos que levantar a cabeça. É dolorido para nós e para nossa torcida, que nos apoiou do início ao fim. Não dá tempo de lamentar".

Diego Alves: "Tristeza. Não tem outra palavra que não seja essa. Dentro do nosso campo, com nossa torcida... Mas pênaltis ninguém sabe o que vai acontecer. Mérito deles. Era nosso objetivo, mas não conseguimos".

Gabigol: "Infelizmente aconteceu. Precisamos ter a cabeça erguida, porque temos competições importantes ainda. Temos que continuar assim, nosso time é espetacular, com homens que querem ser campeões. Vamos treinar bastante para melhorar".

No antigo recorde de público deste ano, contra o Peñarol (66.716 presentes), os rubro-negros também se frustraram com um resultado negativo.

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