Rafinha brinca com sofrência nas penalidades pelo Flamengo

GLOBO ESPORTE: Aos 33 anos, Rafinha vive emoções diferentes no seu retorno ao futebol brasileiro. Depois de mais de uma década na Europa, ele sentiu a experiência de ver o Maracanã lotado, na classificação com vitória por 2 a 0 (dois de Gabigol) no tempo regulamentar (2 a 2 no agregado com o Emelec) e os 4 a 2 nos pênaltis - Arroyo e Cortez perderam pelos equatorianos.

Bem-humorado, ele brincou e lembrou da esposa, que assistia a partida em casa e está grávida. Ela assistiu ao jogo em casa, ao lado de familiares. O lateral-direito marcou um dos quatro gols de pênaltis na disputa ao fim do tempo regulamentar.

- Era melhor ter sido no tempo normal. Nos pênaltis é muito sofrimento. Minha esposa que está grávida, tomara que meu filho não tenha nascido antes do tempo (risos). É difícil. Cobrança de pênaltis é sempre fatal - disse o jogador do Flamengo.

Rafinha vibrando no Flamengo - Foto: Staff Images
O Flamengo enfrenta o Internacional pelas quartas de final, nas semanas de 21 e 28 de agosto. A primeira partida no Maracanã. A decisiva, no Beira-Rio.

"Obediência tática perfeita"

Ele contou que tinha propostas diferentes, mas decidiu jogar no Flamengo. E é só elogios aos companheiros e ao clima no clube. Para ele, o melhor grupo que já teve ao longo da carreira.

- Podia muito bem ter ido para outro lado, ficado na Europa, para a China, Emirados Árabes, mas escolhi jogar no Flamengo. Não estou vendendo meu peixe, não, mas estava na minha mão e eu escolhi vir para cá. Fiz porque eu quis e estou muito feliz. Não me arrependo de nada. Pelo contrário, a cada dia que passa fico mais feliz. Espero que seja a primeira de muitas coisas boas que vão acontecer - afirmou Rafinha.

O lateral-direito, que fez a jogada do pênalti marcado pelo árbitro Nestor Pitana, disse que a partida do Rubro-Negro foi muito inteligente. Afirmou que todos se comprometeram com a estratégia de jogo e que se comportaram muito bem.

- A gente sabia que tinha que fazer os gols, mas tem que ficar ligado atrás. Se tomar um gol, tem que fazer quatro. Todos jogadores se comprometeram, a obediência tática estava perfeita hoje. Defendemos bem, a equipe do Emelec tentou sair por uma bola para matar o jogo, mas tivemos equilíbrio e na disputa de pênaltis fomos mais eficientes e classificamos.

O lateral-direito marcou um dos quatro gols de pênaltis na disputa ao fim do tempo regulamentar.

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