Relembre frases marcantes de Jorge Jesus pelo Flamengo

LANCE: Enérgico à beira do campo, treinador português completou dez partidas no Brasil com a goleada aplicada sobre o Vasco. Ele também é marcado por declarações de efeito. Confira:

Jorge Jesus, em sua apresentação (à la Ronaldinho Gaúcho): "Flamengo é Flamengo. É um dos maiores clubes do mundo".

Jorge Jesus, também em sua apresentação como novo técnico do Flamengo: "O meu passado como treinador está escrito, está feito. Sou o treinador em Portugal que mais títulos ganhou e quero mostrar no maior clube do Brasil o meu valor".

Jorge Jesus, do Flamengo - Foto: Alexandre Vidal
Jorge Jesus, sobre a torcida do Flamengo em sua estreia no Maracanã, com goleada por 6 a 1 diante do Goiás: "Em Portugal, não é muito comum. Na Europa, em muitos países se joga nesse horário por questões comerciais. Temos que nos adaptar. O Flamengo quer ser ainda mais conhecido a nível mundial. Para a torcida esse horário é uma festa. A torcida do Flamengo faz a festa, é uma religião".

Jorge Jesus, na mesma entrevista coletiva após massacre sobre o Goiás: "Tenho 28 anos no futebol. Esse é o grupo mais profissional com que trabalhei, gosta de aprender, são muito ligados uns aos outros. Na Europa acham que os atletas brasileiros não gostam de trabalhar. Não encontrei isso".

Jorge Jesus, em elogios para Willian Arão (antes tido como "patinho feio"): "Não sei, estou a chegar. Não sei se ele é o patinho feio da torcida. Para mim, não é feio, é patinho bonito. Como são todos. Estou conhecendo cada vez mais a grandeza do clube. Essa torcida no Brasil não representa só um clube, representa uma religião. O Flamengo não é só um clube, é uma religião. Tenho certeza do que estou a dizer e só espero que os adeptos, os torcedores do Flamengo, não escolham um patinho feio. Precisamos de todos".

Jorge Jesus rasgou elogios a Gabigol, que não teve espaço no Benfica: "Ele é melhor do que eu pensava. Tem se aprendido muito. O Gabigol tem umas características de jogador e é um jovem. Gabigol não vai ficar muito tempo no Flamengo, acho que não vai ficar. Se continuar a jogar nesse nível, futuramente um daqueles clubes na Europa que têm muito dinheiro vai contratar. Ele é um jogador que é muito inteligente, sabe os momentos certos para a procura do espaço para finalização".

Jorge Jesus comparou a Libertadores com a Liga dos Campeões: "É exatamente a mesma coisa que a Champions. Se lá não entrar dentro, com vigor, começa a perder lance atrás de lance. É uma pegada muito mais forte. Fomos surpreendidos no Equador com a forma agressiva que intimidou nosso equipe. Por isso, nós preparamos para esse jogo”.

Jorge Jesus, depois da classificação às quartas da Libertadores, explicou a queda de intensidade com um argumento peculiar: "É impossível uma equipe jogar como o Flamengo fez por 45 minutos, quando o Emelec não fez um arremate. Foram 70% de posse de bola, como que você quer que uma equipe seja, no Brasil, China ou Europa, como o Flamengo foi por 105 metros pressionando o portador da bola e chegue na segunda parte com a mesma intensidade? Sabe onde isso acontece? No PlayStation. Quero agradecer aos jogadores por fazerem tudo que deviam fazer".

Jorge Jesus externou a percepção em relação ao Flamengo (e a torcida) ter a Libertadores como prioridade: "Depois de chegar aqui, entendi. Antes, não entendia, não. Julgava que, para eles, era mais importante o campeonato (Brasileiro). Porque na Europa, como disse, a minha formação entre os torcedores, o principal é ser campeão do seu país. Aqui, não. Aqui é a Libertadores. Depois desta eliminatória é que percebi. Antes não tinha percebido isso. Vai me fazer mudar muita coisa. Vai mudar um bocadinho o meu pensamento. Meu pensamento era ao contrário. Importante era o campeonato".

Jorge Jesus, em frase mais recente, explicou (em entrevista ao canal FOX Sports) que recusou uma proposta do Chelsea: "Se fosse pelo dinheiro, poderia ter ficado no Al Hilal. Poderia também ter ido a clubes da Inglaterra (como o Chelsea). Meu agente não queria que eu viesse ao Brasil. Eu escolhi o Brasil".

Enérgico à beira do campo, treinador português completou dez partidas no Brasil com a goleada aplicada sobre o Vasco.

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