CBLoL: Flamengo atual é o que chega com mais chances de título

SPORTV: Depois de acumular três vice-campeonatos consecutivos (dois no CBLoL e um no Circuito Desafiante), o Flamengo que chega para a final do 2º Split do Campeonato Brasileiro de League of Legends (CBLoL) é o que tem mais chances de, enfim, se sagrar campeão. Jogando em casa - a decisão contra a INTZ será disputada na Jeunesse Arena, no Rio de Janeiro, neste sábado -, a atual line-up comandada por Felipe "brTT" tem todo o conjunto da obra para lidar bem com uma série na melhor de cinco jogos (MD5). Depois de tantos tropeços, o Rubro-Negro soube se reinventar e hoje consegue tirar o melhor proveito possível dos jogadores. É possível ver uma equipe que joga além do básico, diferentemente do que era nas últimas campanhas, e que consegue ser mais versátil dentro do mapa. Além disso, tem influência a boa comunicação moldada após a manutenção do elenco desde o início do ano.

O SporTV.com transmite ao vivo a final do CBLoL entre Flamengo e INTZ, neste sábado, a partir das 13h (de Brasília).

Foto: Divulgação
O Flamengo que disputou esta etapa do CBLoL está mais solto, mais levado. Desistiu da ideia de direcionar todos os recursos para o atirador brTT em todos jogos, parou de depender das habilidades do caçador Lee "Shrimp" e aprendeu a usar as outras peças que não estavam devidamente encaixadas. Hoje, o o time tem capacidade de levar uma MD5 porque, nas vitórias e nas derrotas, aprendeu a abusar do leque de campeões e da agressividade do meio Bruno "Goku" - que também está conseguindo trabalhar melhor ao lado de Shrimp nas rotações - e aprendeu a usar o topo Leonardo "Robô" de outra forma, sem que ele tenha que jogar com campeões mais parrudos todos os jogos. Perder jogos numa MD1 está longe de ser o problema quando a derrota vem acompanhada de aprendizado, e isso foi o que lapidou o Rubro-Negro para a disputa do título contra a INTZ.

Desde que chegou no Circuito Desafiante, no ano passado, o Flamengo jogou um League of Legends escrito na cartilha, um jogo baseado no básico e nos erros dos adversários. Isso está longe de ser um ponto negativo e é uma característica mantida pelo time até hoje. Entretanto, a insistência no mesmo estilo de jogo fez com que o time quebrasse a cara em todas as finais que disputou. Ilha da Macacada, KaBuM e INTZ - todas subiram no palco contra o Flamengo e todas saíram com a vitória - mesmo com as mudanças que o elenco da Gávea sofreu a cada ano -, simplesmente porque conseguiram ler facilmente o jogo rubro-negro. Repetir uma mesma estratégia pode funcionar numa MD1, mas nunca vai funcionar numa MD5.

Ter o sonho de representar o país internacionalmente escapando das mãos é uma sensação horrível, e isso pesou no Flamengo, que soube trabalhar em cima dos próprios erros e chegar diferente para a última etapa do ano, a última chance de ir lá para o exterior e representar a região do Brasil ao lado dos melhores do mundo. O Rubro-Negro sangrou e, embora esse sangue tenha colocado em dúvida a capacidade do time, ele significou mudança.

Mas e o Flamengo do 20-1?
É difícil, a priori, entender que o time que terminou a fase regular com 16 vitórias e cinco derrotas seja mais forte do que aquele que encerrou a mesma fase do 1º Split com 20 vitórias e apenas uma derrota. De fato, a primeira etapa do Flamengo em 2019 foi praticamente perfeita, mas aquele elenco estava longe de ser o melhor, e a INTZ provou isso. Embora tenha vencido quase 100% dos jogos na fase de pontos, o Flamengo jogou todas as partidas do mesmo jeito, e esse era o principal defeito do time. Depender das habilidades de Shrimp e da força de brTT eram as únicas armas que a equipe tinha na manga, e não foi tão difícil para os Intrépidos lerem além do básico.

Quando se tem um elenco com cinco jogadores muito bons, jogar o básico e abusar do poder de lutas é algo que pode beneficiar bastante uma equipe, como foi o caso do Flamengo. Porém, se você mantém apenas aquele estilo de jogo durante toda uma competição, no final você não será tão forte quanto parece.

E a INTZ nessa história toda?
O time da INTZ chegou com maestria na final do split passado e bateu uma das equipes que era favorita ao título. Embora tenha mudado apenas o atirador - Micael "micaO" no lugar de Guilherme "Mills" -, o estilo do time segue o mesmo. O elenco é bem completo no quesito carregadores, mas é preciso que Diogo "Shini" consiga rodar o mapa para que o jogo da equipe não se torne uma catástrofe. Bruno "Envy", que se destaca quando resolve sair do oito e ir até 80, é outra peça da qual o time é dependente. Quando ele não encaixa o jogo, fica complicada a situação. Mesmo que micaO se destaque na parte de baixo e Rodrigo "Tay" desenrole na parte de cima, o que está em jogo é um título de campeão brasileiro e uma vaga no Mundial. Não são um ou dos jogadores que decidem isso.

Além disso, tem influência a boa comunicação moldada após a manutenção do elenco desde o início do ano.

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