Flamengo quer que o Estado banque setor popular no Maracanã

EXTRA GLOBO: Diogo Dantas

Em discussão na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro nesta terça-feira, 15h, o projeto de lei que autoriza a realização de obras no Maracanã para a criação de um setor popular é visto pelo Flamengo apenas como a preparação do terreno para que a ideia saia do papel.

O clube realizou há algumas semanas uma estimativa para a retirada das cadeiras atrás dos gols e verificou que o custo seria muito alto. Que o investimento não se paga sem o Flamengo ter a concessão definitiva do estádio.

Fora isso, também foi discutido quem pagaria tal obra neste momento em que o Maracanã é cedido a Flamengo e Fluminense como permissionários. Em caso de aprovação pela Alerj, a lei deveria ser cumprida por quem? Para o Flamengo, o Estado deve pagar a conta.

Foto: Divulgação
Ainda há outro problema. Para que o setor popular seja criado, com mais lugares disponíveis, o Flamengo ou quem gere o estádio precisa readequar diversas questões, como acessos, banheiros, tudo em nova proporção.

A obra para que essa nova formatação seja feita requereria o fechamento do Maracanã ou de parte dele por um longo período.

O projeto de lei é de autoria da deputada Zeidan (PT). O Flamengo articula apoio dos deputados para que ele seja aprovado ciente de que a solução ainda precisa ser mais bem trabalhada em termos práticos.

O vice de futebol Marcos Braz falou sobre o tema em seu Twitter: "Precisamos e queremos a 'geral' (Retirada de algumas cadeiras) no Maracanã. É hoje", postou. Mas são outros setores do clube que lidam de perto com a questão do estádio e veem com ceticismo a ideia para já.

O clube realizou há algumas semanas uma estimativa para a retirada das cadeiras atrás dos gols e verificou que o custo seria muito alto.

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