Qual a importância de um executivo no departamento de futebol?

ALEXANDRE PRAETZEL: Alexandre Mattos está pressionado no Palmeiras, com alguns conselheiros e uniformizados pedindo a sua demissão do clube. Colegas de Mattos e empresários de futebol se apressaram e divulgaram nota a favor do dirigente. Em quase cinco anos de Palmeiras, Mattos conseguiu dois Campeonatos Brasileiros e uma Copa do Brasil.

Mas qual é a real importância de um executivo numa equipe de futebol no Brasil?

Vanderlei Luxemburgo costuma dizer que enquanto os executivos contratam e contratam, a “bomba” estoura sempre no treinador, principal responsabilizado por eventuais maus resultados. Geralmente, só o técnico é apontado como culpado, num trabalho que não apresenta mais benefícios do que custos.

Paulo Pelaipe, do Flamengo - Foto: Alexandre Vidal
Quando comecei no jornalismo esportivo, não havia a figura do executivo. Conselheiros não-remunerados escolhidos pelos presidentes davam as cartas em final de expediente e eram os responsáveis por reforços, deixando logísticas e burocracias para os supervisores, com salários bem menores do que os atuais.

Os 14 maiores times do país têm profissionais para gerir o principal departamento. No entanto, enquanto alguns têm plenos poderes, outros ficam à sombra de dirigentes amadores e políticos. O blog listou a nominata dos “executivos” tratados como nomes importantes nas instituições.

Botafogo - Anderson Barros

Flamengo - Paulo Pelaipe

Fluminense - Paulo Angioni

Vasco - André Mazuco

Corinthians - Duílio Monteiro Alves

Palmeiras - Alexandre Mattos

Santos - Paulo Autuori

São Paulo - Raí

Atlético-MG - Rui Costa

Cruzeiro - Marcelo Djian

Grêmio - Klaus Câmara

Inter - Rodrigo Caetano

Bahia - Diego Cerri

Athletico - Paulo André

Os executivos ganharam tanta força no futebol, que criaram a Associação Brasileira dos Executivos, para defender seus interesses.

Na Europa, a situação é diferente, onde nomes como Leonardo, homem-forte do PSG, manda e desmanda e é cobrado por suas decisões. Só que lá, em grande parte, os clubes têm donos e proprietários.

O blog defende a profissionalização sempre, com a globalização cada vez maior. No entanto, os executivos devem trabalhar em conjunto com as diretorias, sem poderes absolutos.

Geralmente, só o técnico é apontado como culpado, num trabalho que não apresenta mais benefícios do que custos.

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