Flamengo quer aparar fraquezas do elenco para 2020

TORCEDORES: Por Allan Abi Madi

Uma ideia já debatida entre os dirigentes rubro-negros ganhou força neste último mês, qualificar o banco de reservas. Após perder titulares por uma série de fatores (lesões, suspensões e convocações), o time demonstrou desgaste nas últimas partidas. Além da parte física, a qualidade técnica ficou um pouco abaixo, o que é natural.

A impressão é que alguns jogadores estão atuando no limite, como admitiu o zagueiro Pablo Marí:

“Cansando, evidentemente, estou. Não estava acostumado a jogar tantas partidas seguidas, domingo e quarta, mas tenho gana de seguir. Quando jogo pelo Flamengo esqueço que estou cansado. Quero muito ajudar a equipe.”

Foto: Alexandre Vidal
REFORÇOS:
Percebendo isso, a ideia presente na cabeça de alguns dirigentes do Fla, de qualificar o banco, acabou ganhando força. Reforçar o banco não quer dizer que o clube irá contratar reservas, mas jogadores que disputem posição com os titulares. A consequência é ter opções melhores em caso de ausência de alguns atletas, ou seja, um banco mais forte, com jogadores que perderam a disputa pela titularidade em um primeiro momento.

Internamente, as equipes de Análise e Desempenho e do Centro de Inteligência e Mercado fazem avaliações dos jogadores do Flamengo e também de atletas que estão no mercado. A intenção para 2020 é diminuir a diferença entre titulares e reservas.

Por exemplo: em uma avaliação (entre 1 e 10), um titular é considerado 9. O seu reserva tem avaliação 5. A intenção é que essa diferença diminua em 2020.

Várias opções já foram analisadas, outras ainda passam por avaliação. Nos bastidores da Gávea, nomes como o zagueiro Gustavo Henrique, que fica sem contrato com o Santos no fim do ano, do volante Allan, emprestado pelo Liverpool ao Fluminense, do atacante Pedro Rocha, emprestado pelo Spartak Moscou ao Cruzeiro, foram ventilados. O Flamengo só vai entrar em negociação com esses ou com qualquer outro jogador após análise do Centro de Inteligência e Mercado, e da aprovação do técnico Jorge Jesus.

Falando no técnico português, o Fla também pretende ir atrás de um pedido feito por Jesus desde que fechou com o clube, o tal centroavante. O Mister ainda insiste que é necessário ter no elenco um jogador com essas características, e a diretoria continua olhando o mercado após negociação frustrada com o italiano Mário Balotelli. Essa deve ser uma das posições reforçadas na próxima temporada.

GABIGOL:
Parar encerrar o assunto sobre o planejamento do Flamengo para 2020, eu não poderia deixar de falar na prioridade número 1: a compra definitiva de GABIGOL! O camisa 9, que tinha em sua cabeça voltar e vencer na Europa, foi aos poucos sendo convencido da importância de seguir no rubro-negro.

Gabriel Barbosa sabe que pode se tornar definitivamente um ídolo do clube. Sabe que fica perto de ser convocado para Seleção Brasileira se destacando pelo Flamengo. Aos mais próximos, Gabigol não esconde a felicidade que vive no rubro-negro. Sobre ir para Europa, o pensamento parece ser o mesmo demonstrado pelo atacante nos últimos meses: “Ainda sou muito novo, tem tempo…”.

ORÇAMENTO:
O planejamento depende do orçamento para 2020. Caso conquiste o Brasileirão, o Flamengo receberá uma gorda premiação. Isso sem falar no faturamento com uma possível decisão de Libertadores. Ao mesmo tempo, a diretoria sabe da dificuldade em segurar todos os jogadores em caso de títulos. O assédio do exterior será imenso! Mesmo assim, a intenção é manter os principais destaques da equipe e comprar Gabigol em definitivo.

Alguns jogadores devem ser negociados, principalmente se chegar propostas por atletas que hoje estão na reserva. A venda do menino Reinier no fim do ano também não está descartada. O Flamengo continua negociando a renovação de contrato junto ao estafe do meia, que tem vínculo até o fim de 2020.

Por enquanto, a expectativa de todos no Flamengo é para ter um final de 2019 daqueles da “era Zico”, brigando para conquistar o Brasil e a América. Além disso, o sonho épico dos torcedores, reencontrar o Liverpool na briga pelo que seu povo pede: o mundo de novo.

A consequência é ter opções melhores em caso de ausência de alguns atletas, ou seja, um banco mais forte.

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