Milton Neves: Palmeiras tinha que aprender com o Fla a contratar

BLOG DO MILTON NEVES: O presidente Maurício Galiotte é bem famoso.

Sua brilhante careca o destaca, como a simpatia.

Alexandre Mattos também virou estrela, contestada.

Antes, Paulo Nobre mais ainda, mas estrela aprovada.

Dona Leila da Crefisa, parecida com a saudosa Norma Bengell, é o Dudu fora de campo.

O Dudu corre 90 minutos.

Leila paga tudo 24 horas por dia.

Não interessa quanto, é só buzinar na orelha dela que o cara é o cara que ela cacifa.

Foto: Divulgação
Até parece um sheik, um russo ou um ucraniano, em matéria de cofre aberto, e botaram na cabeça dela que quantidade é qualidade.
Mas será que não andam comprando muito ferro doce por ouro… de tolo no Allianz Parque?

Ricardo Goulart baleado, Ramires-DM, Lucas Lima nota 2,27, Borja 1,99, Deyverson trapalhão, Carlos "comum" Eduardo e outros menos votados.

E quase levaram o Pato, que o São Paulo colocou em sua lagoa e salvou a Dona Leila, pelo menos nessa.

Hoje há absurdo excesso de zagueiros, de volantes, de atacantes e de goleiros e não há um time-time mesmo lá pelos lados verdes.
E a promessa Daniel Fuzato, jovem goleiro que foi desligado quase que de graça "por falta de condições", virou top na Roma e já está convocado pela seleção brasileira do Tite, ainda nosso técnico.

E mesmo com tantos "bilhões e bilhões" gastos, o Palmeiras perdeu tudo com o superado Felipão-7 a 1 e já perdeu o restinho do Brasileirão com o Mano sem culpa.

E Felipão ainda não parou e logo pintará em um rico país folclórico da bola.

Mas sempre sonhando em virar um Jorge Jesus Total de 2019 no Brasil.

O português fez no Flamengo o que Felipão-7 a 1 e o Felipão-10 a 1 de 2014 tentaram fazer no milionário Palmeiras.

E fracassaram totalmente.

Esquece, Felipão, mesmo que você ganhe ainda três Brasileiros, três Libertadores e três Mundiais com qualquer time brasileiro, seus 7 a 1 e 10 a 1 da Copa de 2014 sempre estarão no alto da enorme bandeira que você construiu no futebol.

Enquanto isso, o Flamengo trocou o bom Eduardo Bandeira de Mello por um grupo secreto de cartolas e por um "Leilo" também endinheirado, mas não aparecido.

O lema do novo Flamengo é ter estrela só no pé do jogador, e não na lapela do paletó do dirigente.

Dirigentes que fizeram contratações caras, mas cirúrgicas.

E deram uma sorte danada inventando o meio apagado Jorge Jesus, um luso que fala um português que precisa de legenda na TV, mas que formou no Brasil um time europeu e "encerrou" a carreira de Renato Gaúcho no banco.

O Flamengo é hoje um time que pode disputar os campeonatos da Alemanha, da Inglaterra, da Itália e da Espanha como um dos três favoritos.

No morto-vivo da França, ganharia com seu time B, com Jorge Jesus ensinando também os "treineiros" de lá que jogador não pode ser poupado por cansaço ou por risco de se contundir.

"Ora, se for assim, jogador não poderá nem treinar porque, no coletivo, ele pode se contundir", ensina, o óbvio.

Assim, que o Palmeiras treine melhor com o Flamengo em sua diretoria, no banco de reservas e no seu "Departamento Crefisístico de Contratações Ruins".

O lema do novo Flamengo é ter estrela só no pé do jogador, e não na lapela do paletó do dirigente.

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