Rafinha elogia trabalho de Jesus: "Ele deixa tudo mastigadinho"

GLOBO ESPORTE: Ao lado de Arrascaeta, Rafinha foi a grande dúvida do Flamengo para o segundo jogo da semifinal da Libertadores contra o Grêmio, na última quarta. Por conta de uma cirurgia para corrigir uma fratura no rosto, usou um capacete, foi para o jogo e foi bem. Nesta sexta, na reapresentação do elenco, o camisa 13 confessou que temeu ficar fora da partida.

- Foi complicado. Não gosto de criar fantasia ou dar discurso de que não teve problema. A cirurgia foi complicada. Não vou mentir, nos primeiros dias tive um temor, sim. Sei que não é simples, mas graças a Deus a recuperação foi forte e com o apoio da minha família pude chegar pronto para o jogo e ajudar. Foi tudo bem pensado, bem planejado. Jamais entraria numa partida de uma dimensão dessa correndo muito risco. Não podia tomar uma pancada em cima que prejudicaria a situação, mas o Tanure e o doutor Augusto, que me operou, tiveram todos os cuidados - disse Rafinha.

Jorge Jesus - Foto: Staff Images
Sobre a provocação ao técnico Renato Gaúcho, na comemoração dos jogadores, após a vitória sobre o Grêmio, Rafinha minimizou e disse gostar do treinador.

- Foi uma brincadeira. Tenho um carinho enorme pelo Renato Gaúcho, e ele sabe disso.

Outros trechos

Elogios de Gallardo e Enzo
Ficamos felizes com os elogios e sabemos que a equipe do River é muito forte, sabe ganhar essa competição. Vai ser uma final maravilhosa, mas falta um pouquinho. Temos que guardar esse discurso e focar na competição nacional.

Desgaste
O momento é bom. Não lembro de um dia ter treinado ou jogado sem sentir dor. Mas o momento é bom, todo mundo quer jogar, e a comissão nos passa tudo que é necessário para estarmos bem e preparados até o final.

Títulos no Brasil
Meu objetivo era ser campeão sempre. Claro que sabia que seria difícil, o tempo era curto para nos prepararmos. Logo tínhamos duas decisões contra Athletico e Emelec. Felizmente, conseguimos seguir na Libertadores. O Brasileiro é super difícil e é gratificante disputar e liderar. O Mister cobra muito e o que estamos colhendo é resultado do nosso trabalho.

Patamar do Flamengo
Estamos jogando bem. É fruto do nosso trabalho, fruto do trabalho do nosso treinador, que me surpreendeu muito. Já o conhecia, mas não de tão perto assim. Ele deixa tudo mastigadinho, deixa tudo mais fácil para gente. Deixa nosso time mais solto em campo, com uma intensidade muito grande. Esse é o resultado. Eu já não gosto de ficar falando muito, falar de qual patamar o time está no cenário mundial. Esse tipo de comparação não cabe a mim. Tenho que falar com os pés. Tem pessoas acima que podem responder melhor (sobre o nível) do Flamengo.

Ansiedade para finais
Temos muito jogadores que disputaram várias decisões e agora é hora de virar a chave. Não é hora de pensar em Libertadores. Estamos fazendo uma campanha maravilhosa e temos que focar no Brasileiro. Não sou mais menino, disputar final é sempre especial. Mas não temos que pensar nisso agora.

Capacete
Tenho que seguir jogando com o capacete. É uma proteção a mais. E vou seguir até que o departamento médico me libere.

Nesta sexta, na reapresentação do elenco, o camisa 13 do Flamengo confessou que temeu ficar fora da partida.

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