Técnico do Fla diz que rivalidade entre clubes prejudica o remo

O GLOBO: Gabriel Oliveira

O alemão Bernhard Stomporovski tem o típico perfil de técnico obstinado por resultados e impôs a si próprio um desafio ambicioso: revolucionar o remo do Brasil a longo prazo. Há um ano, ele desembarcou no país com a dupla missão de recolocar o remo do Flamengo no caminho dos títulos e melhorar os resultados do Brasil a nível internacional, mirando os Jogos de Tóquio, no ano que vem, e, principalmente, Paris-2024.

No Flamengo, a primeira parte da missão foi cumprida, com o rubro-negro conquistando este ano o Campeonato Carioca, após seis anos de domínio do Botafogo, e o Brasileiro de Barcos Longos. Na seleção, as competições classificatórias para Tóquio acontecem no ano que vem, mas Bernhard cita um obstáculo que precisa ser superado até lá.

— A rivalidade dos clubes teve um grande impacto no desenvolvimento do remo brasileiro, e essa rivalidade deve parar imediatamente para que nossas equipes e atletas possam encontrar seu lugar no remo internacional — avalia.

Foto: Divulgação

Sobre os remadores que representarão o país nas classificatórias para Tóquio, Bernhard cita que a união entre atletas de Flamengo e Botafogo, clubes mais fortes do país, será indispensável.

— Atletas dos dois times já tiveram um desempenho internacional notável, e para formar uma equipe forte, precisamos combinar toda a nossa força — afirma o treinador.

Sobre o projeto a longo prazo, Bernard salientou a preparação para 2024, e espera mudar o remo no Brasil mesmo após o encerramento do seu trabalho:

— O nosso principal objetivo está voltado para os Jogos de Paris, mas quero que os efeitos desse trabalho dure décadas.

No Flamengo, a primeira parte da missão foi cumprida, com o rubro-negro conquistando este ano o Campeonato Carioca.

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