Pelaipe e Marcos Braz acumulam 13 títulos nos últimos anos

EXTRA GLOBO: Diogo Dantas

Embora o processo de reconstrução financeira do Flamengo tenha culminado com as maiores conquistas em 2019, dois personagens presentes no futebol do clube novamente apresentam um currículo invejável. O vice-presidente Marcos Braz e o gerente Paulo Pelaipe somam 13 títulos, sendo três em comum (os conquistados este ano). Sem levar em conta a Flórida Cup, considerado torneio amistoso.

Braz, até aqui marcado pelo título nacional de 2009, chegou a sete conquistas depois da Libertadores e do Brasileiro desde ano. Ele já havia erguido um Estadual nesta temporada, e outros dois como diretor de futebol, em 2007 e 2008. Na mesma função, foi campeão da Copa do Brasil 2006, quando o Flamengo saiu da fila após 16 anos.

Pelaipe e Bap, do Flamengo - Foto: Alexandre Vidal
Pelaipe esteve no começo da gestão Eduardo Bandeira de Mello em 2013 e acompanhou as mazelas do clube para se reerguer. O gaúcho com história no futebol do Grêmio foi diretor de futebol e chegou com o discurso de que o Flamengo precisava de “faixa no peito”. O clube conseguiu a Copa do Brasil em 2013 mesmo diante de dificuldades financeiras. E também liderou o futebol no Estadual de 2014.

Neste ano, virou gerente de futebol quando a nova gestão alçou Bruno Spindel no lugar de Carlos Noval. O quarteto funcionou bem junto aos jogadores, e não precisou lidar com nenhum problema de comportamento. Nos bastidores, Braz e Pelaipe sempre foram considerados mais duros e criaram uma blindagem maior ao vestiário. Spindel virou o negociador principal na tarefa de reforçar a equipe.

— Pelaipe é duro em alguns momentos e eu também sou. As vezes somos mal interpretado por isso. Mas ele tem sido importante para o futebol do Flamengo — disse Braz.

— Nosso departamento é coeso, unido, é bem liderado pelo Marcos. Com ajuda do Bruno Spindel. A comissão técnica é muito boa e o grupo de atletas não deu nenhum problema. Mas o mais importante é o torcedor, trabalhamos para dar alegria ao torcedor - exaltou Pelaipe.

Na mesma função, foi campeão da Copa do Brasil 2006, quando o Flamengo saiu da fila após 16 anos.

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