Flamengo mostra luxo no ataque, mas um desespero atrás

TERRA: Silvio Barsetti

A classificação do Flamengo para a final da Taça Guanabara, primeiro turno do Carioca, quase azedou no final do clássico dessa quarta (12), em que venceu o Fluminense por 3 a 2, no Maracanã. O adversário jogava pelo empate, chegou a ter dois gols anulados e pressionou o Rubro-Negro notadamente nos minutos finais.

Para deixar a torcida flamenguista em aflição, o Tricolor contou com a colaboração da dupla de zaga rubro-negra. Léo Pereira e Gustavo Henrique, em que pese a qualidade técnica de ambos, tiveram uma atuação desastrosa, a ponto de deixar a vaga para a decisão do turno, contra o vencedor de Boavista x Volta Redonda, sob sério risco.

Léo Pereira e Filipe Luís no Flamengo - Foto: Alexandre Vidal
O Flamengo sofreu com a ausência de Rodrigo Caio, afastado por causa de um corte no joelho, e Pablo Marí, emprestado para o Arsenal, da Inglaterra. Até mesmo Rhodolfo, titular em várias partidas do Fla em 2019 e transferido para o Coritiba, fez falta.

Léo e Gustavo erraram várias vezes, sem saber quem deveria marcar quem, no espaço que tinham de ocupar em campo, em passes e em lançamentos e na hora de afastar o perigo na área do Flamengo. Quase acabaram o jogo como vilões.

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Para compensar, havia Bruno Henrique e Gabigol na frente, o que é um diferencial do atual campeão brasileiro. Decidiram o clássico, com o apoio de Arrascaeta, Gerson e Everton Ribeiro e uma contribuição especial de Filipe Luís, autor de um belo gol, o primeiro que marcou com a camisa do Flamengo.

Léo Pereira e Gustavo Henrique, em que pese a qualidade técnica de ambos, tiveram uma atuação desastrosa.

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