Flamengo rechaça conflito de interesses com agência de Rafinha

COLUNA DO FLA: A matéria publicada pelo jornal “O Globo”, na última sexta-feira (31), gerou muita discussão nas redes sociais e abriu uma reflexão sobre um possível ‘conflito de interesses’ envolvendo Rafinha e Flamengo. Segundo o veículo, o lateral estaria atuando como empresário na empresa R13 Fussball, que agencia jogadores. Em entrevista coletiva após apresentação de Gabigol, o vice de futebol Marcos Braz negou qualquer tipo de conflito.

– Quando a gente fez a contratação dele, que durou quase seis meses, a primeira coisa que perguntei foi quem tratava dos interesses dele. Ele me informou que era o Lincoln. Todo o processo fizemos através de uma empresa que era o Lincoln.  O Léo Pereira, há um ano, já tínhamos tentado. Sempre foi com a mesma pessoa que se concretizou há cinco dias. Não teve troca de agente, de empresa, de nada. Foi feito desta maneira. Entendo a matéria, só que não tem absolutamente nada. Acredito que o próprio Rafinha vai falar deste tema -, explicou o dirigente.

Foto: Reprodução
Ainda na matéria publicada pelo “O Globo”, a empresa R13 Fussball, em que Rafinha é sócio, teria ganho mais uma transferência em sua conta, com a venda de Léo Pereira para o Flamengo.

- O espanhol (Pablo Marí) de fato foi para o futebol inglês e Léo Pereira foi contratado. Perdeu-se um colega, ganhou-se uma transferência a mais na conta da R13 Fussball, empresa que agencia jogadores. Em dezembro passado, a mesma R13 fechou parceria com o Castanhal Esporte Clube, do Pará, e Rafinha se revelou sócio da empresa que é tocada por Ricardo Scheidt, amigo desde os tempos de divisões de base do Coritiba. No quadro societário da R13, somente Scheidt aparece, dizia parte da matéria.

– O Léo Pereira não tem nada a ver com o Rafinha. Há um ano tentamos o Léo, nem sonhávamos em contratar o Rafinha. Não vemos qualquer tipo de desconforto. Tem dois jogadores que foram para esta empresa (R13 Fussball). O Dantas e o Rodinei. O Rodinei nem aqui está, e o Dantas é promissor, um menino. Não tem nada sistêmico. Parecia algo sistêmico, que o Rafinha vinha atuando em algumas situações. Não procede isso. Não vejo, de fato, de coração, o tamanho da ênfase que foi dado -, prosseguiu Marcos Braz.

Segundo o veículo, o lateral estaria atuando como empresário na empresa R13 Fussball, que agencia jogadores.

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