Jorge Jesus, do Flamengo, reclama de final da Supercopa às 11h

EXTRA GLOBO: Igor Siqueira

Não é por estar em um evento promovido pela CBF na manhã desta terça-feira que o técnico do Flamengo, Jorge Jesus, deixou de dar uma cutucada sobre a partida contra o Athletico, no dia 16 de fevereiro, no Mané Garrincha, em Brasília. O horário das 11h na manhã de um domingo para a Supercopa do Brasil foi alvo de questionamento.

- É a primeira vez que essa Supercopa vai ter organização no Brasil. Na Europa, valorizamos muito essa competição. É sempre o primeiro troféu que as equipes disputam. É uma competição muito bonita entre os campeões. Só não sei porque às 11h, gostaria de saber - disse o técnico do Fla, logo na primeira resposta.

Foto: Divulgação
O evento desta terça reuniu, além de Jesus, o técnico Dorival Júnior, o volante Wellington e o meia Diego. Para o camisa 10 do Flamengo, o horário da partida também gera um desafio.

- Realmente dificulta. Vamos iniciar o segundo tempo às 12h. A temperatura deve estar alta. Mas jamais será desculpa. Já estamos treinando no calor. Temos condições de superar e isso que vamos tentar fazer - disse o meia do Fla.

Jogos às 11h não são novidade no Brasil. Mas eles geralmente acontecem durante o inverno, no Brasileirão. O diretor de competições da CBF, Manoel Flores, explicou a escolha do horário.

- Ele nos agrada do ponto de vista de público. Envolve aspectos técnicos, comerciais e televisivos. Em relação à temperatura, será feito o mesmo procedimento padrão de todo Brasileirão, com medição e parada médica, se for necessário - disse o dirigente.

A Supercopa do Brasil renderá ao campeão a premiação de R$ 5 milhões. O vice embolsa R$ 2 milhões.

O horário das 11h na manhã de um domingo para a Supercopa do Brasil foi alvo de questionamento.

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