Flamengo negocia aporte da Amazon e do Banco BRB

GOAL: Raisa Simplicio

A pandemia do coronavírus tem causado estragos financeiros em todas as áreas da sociedade e no futebol não é diferente. Mesmo sendo um dos clubes mais saudáveis financeiramente no Brasil, o Flamengo vem sentindo os impactos da covid-19. O Rubro-Negro perdeu, assim como Vasco, Fluminense e Botafogo, o patrocínio da Azeite Royal e agora deve ficar sem o banco BS2.

O parceiro já comunicou ao Flamengo o desejo de rescindir o contrato de patrocínio master que tinha validade até o final deste ano. Num primeiro momento, o BS2 não ficou satisfeito com as tratativas do clube com a Amazon e desistiu até de ocupar outros espaços na camisa, como as mangas. Agora, negociam a multa que gira em torno de R$ 2 milhões.

Amazon e Banco de Brasília - Foto: Divulgação
A possível saída do patrocinador master é uma das justificativas para a pressa do Flamengo na retomada dos treinos e jogos. O clube procura novos parceiros, mas vê o cenário da pandemia atrapalhando as negociações. Ainda sem acordo assinado com a Amazon, a diretoria abriu outras frentes e conversa com potenciais parceiros como o Banco BRB, que aportava no basquete do clube, uma operadora de saúde e uma empresa de pagamento via cartões.

As metas são consideradas ousadas para o cenário de crise. Na cota master, o Flamengo quer entre R$ 35 a 40 milhões e, na manga, entre R$ 15 a 20 milhões. A diretoria aposta que a força pelas conquistas de 2019 e os jogadores que tem no elenco são suficientes para atingir esses valores mesmo num cenário de crise.

Na cota master, o Flamengo quer um patrocínio entre R$ 35 a 40 milhões e, na manga, entre R$ 15 a 20 milhões.

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