Júnior valoriza status de segundo maior ídolo da história do Fla

EXTRA GLOBO: Marcello Neves

"Em 1992, a falta foi do Junior, e eu gritei 'é pentacampeão'". Poucos jogadores têm a honra de estar em uma canção da torcida do Flamengo. Mais difícil ainda é ser considerado um grande ídolo do clube. O segundo maior então? Feito conquistado apenas pelo Maestro, em eleição dos jornais O Globo/EXTRA. Para o atual comentarista esportivo, um motivo de orgulho defendendo o clube do coração.

— Sensação de prazer. Ser considerado o segundo maior depois do Zico é igual a ser o primeiro. Ele é intocável. Eu só joguei no Flamengo no Brasil, sou recordista de jogos, participei da grande maioria dos títulos, desde 1974 até o Brasileirão de 1992. Fui o único remanescente da geração de ouro. Acho que todos esses ingredientes me ajudaram a atingir esse posto, que é um feito importante. Tenho respeito e devoção a essa camisa que vesti por tanto tempo — declarou Junior.

Foto: Divulgação
Entre os melhores lances vestindo a camisa do Flamengo, Junior cita o gol marcado no Campeonato Carioca de 1974 como o mais importante por dar a confiança necessária para brilhar com a camisa rubro-negra. Porém, o Mundial de Clubes de 1981 e o Brasileirão de 1992 não são esquecidos.

— Logo no início da minha carreira, em 1974, disputando o Carioca, fiz um jogo contra o América e um gol de fora da área. Esse tento tem uma importância muito grande porque me deu confiança para me firmar como profissional e continuar na equipe. Também tem o terceiro jogo contra o Cobreloa [na final da Libertadores de 1981], em Montevidéu, o jogo contra o Liverpool, que foi a maior atuação daquela equipe. E tenho um carinho especial por 1992, onde tive o reconhecimento da Nação, por ser o último remanescente.

O Globo/EXTRA convocou 50 jornalistas, divididos em diferentes idades, áreas de atuação e gerações para eleger os 30 maiores ídolos da história do Flamengo. O ranking foi definido através dos nomes que receberam as maiores pontuações. Toda segunda-feira será revelado o Top-30 de maiores ídolos dos clubes do Rio de Janeiro, seguindo a lista com Fluminense, Vasco e Botafogo, sucessivamente.

Eu só joguei no Flamengo no Brasil, sou recordista de jogos, participei da grande maioria dos títulos, desde 1974 até o Brasileirão de 1992.

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